E travou? Essa sim, é A Grande Questão!
Mas José Sócrates travou o fumo ou só meteu na boca? Essa Sim, É A Grande Questão! Político que preza a sua imagem pública TEM DE ter travado e jurar a pés juntos que só puxou. Sócrates sobe ou não ao panteão?
Uma cronologia das directas no PSD
As directas do PSD foram objecto de um pequeno mashup que fiz para uma apresentação e hoje decidi publicá-lo. É uma cronologia do processo, um timeline, feito com o serviço web da Dipity — um webservice bastante bom, o melhor que já vi no género. Intitula-se Eleições no PSD: cronologia.
Esta campanha está a ter menos gás na Imprensa do que se poderia supor, tendo em conta os carnavais anteriores. Penso que a principal razão disso é o facto de os dois grandes municiadores de opiniões para e sobre o PSD terem optado por uma estratégia de silêncio, pois quanto mais se falar, pior para a candidata deles.
A candidatura de Manuela Ferreira Leite não resiste a uma apreciação que passe da superfície. O seu único sound byte — restituir ao partido a credibilidade que ela acha que o partido perdeu — é demasiado curto como programa político, e se o PSD precisa nesta altura de alguma coisa é de um programa, algo que entusiasme as pessoas, e não mais do mesmo.
Mas isto é apenas um fait divers e o que quero falar, hoje, é das formas de seguir o processo. Uma forma é aqui mesmo, no C!, com Eleições no PSD: cronologia. CONTINUAÇÃO
Contributo para a História da Web em Portugal: o episódio Carrilho
A primeira vez que ousei sair do meu papel de repórter e publicar um texto assinado como opinião foi ainda no Diário Popular, algures em 1988. A segunda vez ocorreria dez anos depois, no Expresso. Recordo-me que quase pedi licença, sob a forma de um olhar avaliador da prosa antes de a assumir no jornal, ao Henrique Monteiro, então sub-director. Isto numa das apertadas esquinas dos corredores da Duque de Palmela, no segundo andar onde eu tinha banca.
O Henrique fez-me a vontade e leu com o seu olhar treinado para a política, um território onde eu pouco pisara.
O artigo saiu, meia página no (ainda caderno) Vidas com a cabeça “opinião”.
Nunca esquecerei o duplo atrevimento: CONTINUAÇÃO
Das sondagens no Twitter ao Blogueiro Repórter (Rádio Clube #8)
A oitava edição da minha rúbrica no Rádio Clube, no programa Janela Aberta, com Ana Sousa Dias, não tem temática definida, ficando desta vez pelo sabor da descoberta em navegações acidentais.
Está no ar precisamente à hora em que esta resenha é aqui publicada: 19:30.
Eis as escolhas desta terça-feira: CONTINUAÇÃO
Medindo influência, alcance, sociabilidade e ruído no Twitter (II)
No primeiro artigo apresentei os quatro índices que apliquei, para já, nas páginas estatísticas individuais dos tuíteres portugueses e twiteros espanhóis, respectivamente em TwitterPortugal e TwitterEspana.
São eles: Evan Prodromou’s Twitter scale, mvalente’s influence scale, Range potencial (or Dave Winner’s Spewage) e Noise ratio (Louis Gray approach).
Ora, e o que querem medir estes índices?
O que representam os seus resultados?
Quais as fórmulas para os alcançar?
Vou tentar responder. CONTINUAÇÃO
Medindo influência, alcance, sociabilidade e ruído no Twitter
Com o impacto da explosão dos social media a fazer-se ouvir com grande estrondo em todo o lado, multiplicam-se os exercícios para medir a influência, o alcance, a sociabilidade e o ruído da web social em geral, e do Twitter em particular.
Nos últimos dias contabilizei diversas aproximações. Desde o início do TwitterEspana.com e TwitterPortugal.com que tenho vontade de calcular a capacidade de influência e troquei algumas impressões com o Mário Valente sobre isto. Como o Mário tem muito mais experiência e conhecimentos que eu neste campo, ouvi mais do que falei.
Enquanto tentava aplicar a fórmula que ele sugeriu eexperimentávamos variantes para decidir qual a melhor e também apropriada, descobri outra metodologia — e apliquei-a: CONTINUAÇÃO
É a API, estúpido
Numa reunião na semana num importante grupo de comunicação social português falei (entre outras coisas) da disponibilização do noticiário livremente através de uma API. Foi o meu pior momento da sessão: julgo que alguns dos presentes me acharam febril, em delírio, ou pelo menos que não dizia coisa com coisa.
Hoje leio no Mashable que a Reuters abriu o seu fluxo noticioso através de uma API.
Fico satisfeito por confirmar que não, não estou doente. Bem pelo contrário, respiro saúde.
5 anos de Modus vivendi

O meu blogue favorito, o Modus vivendi, completa hoje 5 anos de actividade, evocados nesta imagem da altura, tirada com a ajuda do web archive. Quando “nasceu”, em 12 de Maio de 2003, ainda no Blogspot, eu não o conhecia, muito menos a autora. Comecei a seguir o Modus no dia 27 de Novembro de 2004 — ano e meio de arquivos de posts cuja escrita límpida constrastava com o sujeito das orações.
Hoje o Modus vivendi é um blogue sereno. E a Ana, minha admirável mulher, merece tanta coisa e ainda a serenidade que a escrita para a web hoje lhe proporciona, bem como o grupo de leitores que a segue com regularidade e a acarinha.






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