26 de Novembro de 2004
publicado 26 Janeiro 2005 em histórias.Redacção
O dia 26 de Novembro de 2004 era uma sexta-feira. Eu lembro-me bem porque esse dia mudou a minha vida. Acordei em Montemor e vim a Lisboa. Havia assim uma cena num hotel onde vinha o Loïc Le Meur, que é um francês que trabalha para a Movable Type. Lá vim eu para falar com ele e foi óptimo porque tirámos fotografias juntos e demos as mãos num passou bem depois de termos acertado umas coisas sobre o weblog.com.pt.
Depois almocei um frango, ali num centro comercial ao lado das Picoas e depois fui comprar uns CDs de disco-sound a uma loja muito boa que há noutro centro comercial mais acima, desculpem não me lembrar do nome.
Depois do almoço e dos CDs voltei de carro para Montemor, feliz da vida, a ouvir a Gloria Gaynor e outras coisas assim antigas, que servem para nos animar. Levava o som no estalo! Tinha tido um jantar com a minha sobrinha Guida e umas amigas dela e falámos de disco-sound e até cantámos algumas canções das mais populares, foi por causa disso que comprei o CD. No caminho fartei-me de cantar a plenos pulmões aquelas canções muito giras dos anos 80.
Mas, o melhor de tudo ainda estava para vir. É que nesse dia fazia anos a Helena, que é assim a namorada de um amigo meu que não digo o nome porque ele está doente e não tem blogado. A Helena deu um jantar e foi por isso que eu fui a Montemor. À mesa conheci uma data de gente interessante, entre elas a Ana, começámos a conversar e três dias depois fomos à FNAC beber um café, ficámos namorados duas semanas depois e desde então nunca mais nos separámos.
E pronto, foi assim o meu dia 26 de Novembro de 2004, faz hoje dois meses, que foi um dia muito importante na minha vida e tudo.


E eu volto a lembrar-lhe,caro Paulo,como num outro comentário aà para baixo,que poucos dias antes tinha feito uma curiosa reflexão sobre a sua vida em que até se referia ás relações como um buraco negro..lembra-se??Só prova que a vida nos pode surpreender quando menos o esperamos e nos altera o “modo de vida”
Seja feliz,é o que interessa,e que o amor o inspire e o expire.
Não há duvida que o Amor dá sentido à Vida! E está à espreita quando menos se espera…
Obrigada por partilhar estes sentimantos.
Cara monalisa: obrigado pela generosidade com que me tem lido. A minha vida afectiva era um buraco negro MESMO - nesse campo vivia apenas a afectividade de pai. Amores, zzzzt. Puf. Como as coisas podem mudar de um dia para o outro…
A vida é assim mesmo. Dá-se e tira-se num curto instante. Como podia o amor ser diferente?
Cara M. (de Manuela): não esperava mesmo mais nada neste campo, that’s for sure! E se sei do que falo…
Foi provavelmente gralha, mas não deixa de ser um neologismo engraçado: sentimantos. Os mantos dos sentidos, os mantos de sentimentos em que embrulhamos a alma
Não era o Imavis?
Bem pelo menos um de nós já saiu do buraco negro(permite-me o tu, e liberdade tomada), gostei dessa definição de buraco negro, nunca tinha pensado nessa definição, eu chamo-lhe, assim com muita gente, a travessia do deserto em busca do Oasis. E isto está dificil…
O café na fnac tem destas coisas. O resto da fnac, também. E uma pessoa que escreve assim não poderia ficar num buraco negro, isso foi só uma antecipação do brilho que estava para vir.
No começo parece as minhas redacções da primária, depois vai-se a ver e é um conto de fadas: ficaram juntos e felizes - espera-se que por muuuuitos anos!