Partidos? Quê?

Não sei. Talvez seja do cansaço depois da intensidade do ciclo Durão-Santana-Sócrates-presidenciais. Ou de previsivelmente não se passar nada até 2009 e o povo querer justamente descansar. Os partidos políticos andam pela irrelevância e avultam as figuras. O que dá em algumas perversidades.
Esta: Paulo Portas, sozinho, pesa na infoesfera muito mais que o antigo (e futuro) partido dele, demonstrando o seu profissionalismo enquanto pavão mediático.
E esta: Jerónimo de Sousa dá esclarecidas e extensas entrevistas sobre… o seu benfiquismo.
Por exemplo.

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