Exacto (ou, talvez melhor, claríssimo)

Apercebi-me ainda melhor de como o fragmento é intrinsecamente moderno (ou, talvez melhor, a modernidade intrinsecamente fragmentária, já que a única forma possível de arte nela é aquela que se assume irreversivelmente como semiose alegórica, e não mimese simbólica)” (ainda João Barrento hoje no Público, Mil Folhas, pág. 18)

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