Pois, foi o que eu sempre disse!

O que distingue já o fragmento em Novalis, e depois toda a poesia moderna desde Mallarmé, é o que se poderia chamar uma simbólica do não dito, a exigência de sugerir, ou, como já lhe chamei, a dimensão eucarística do fragmento, que sugere o que oculta, contém o que não mostra” (João Barrento hoje no Público, Mil Folhas, pág. 18)

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