Arquivo de Julho, 2006
Uma guerra é um assunto sério, normalmente gerido por profissionais com objectivos estratégicos claros e com controlo de forças nos dois terrenos onde hoje é importante estar: o palco da guerra e a coluna defensiva encarregue de, junto das massas de civis, tentar controlar a opinião publicada mundialmente e desencadear o mais rapidamente possÃvel os […]
Para os pataratas que gostam de tomar partido. E quem achar que com isto estou a tomar partido, desengane-se: estou simplesmente a mostrar como para mim (e para mais pessoas) é uma estupidez tomar partido. E sim, eu SEI que há inocentes a morrer nos dois lados.
Quero um Fruto-Real e uma carica do Homem Elástico. E muita água a correr-te nessa Klepsýdra (só vi hoje, vai com atraso).
A procura de causas para a crise na deriva electrónica – e dentro desta nos conteúdos gerados pelo consumidor – explica em parte porque se dá a erosão ao centro do espectro: são as classes médias consumidoras de actualidade (informação e sobretudo opinião) quem está a trocar o papel, do qual já não retiram o […]
Em vão procuro uma visão de conjunto, uma análise, uma sÃntese esclarecedora — ou simplesmente um fio de opinião decentemente expressa sobre a guerra em curso. A blogosfera portuguesa é feita de causas, os seus membros buscam a proeminência gritando mais alto que o parceiro ou cavando mais fundo na “culpa” colectiva para anunciar, triunfantes, […]
Esta página destina-se ao follow-up ao ensaio publicado a páginas 14 e 15 da revista Actual do semanário Expresso.
Está o leitor convidado a participar através da caixa de comentários abaixo.
Algumas fontes:
What is Media Literacy?
HyperLiteracy?
Weblogg-ed » Internet Literacies (Con’t)
Teaching Children How to Deconstruct Media Images & Messages
Free Culture
Se pretende sugerir outras leituras, faça-o através dos comentários […]
O meu pai andava de camelo, eu conduzo um Rolls Royce, o meu filho dirige um avião e o filho dele andará de camelo.
É mais ou menos isto que pensa, quando pensa, o árabe lúcido, independentemente da sua tribo, seu credo e obediência polÃtica.
Se acha o leitor que isto nada tem a ver com a […]
Mesmo com umas pontinhas de vento a espaços, têm sido umas férias revigorantes e felizes. Como não tinha desde os meus 12, 13 anos. Devo agradecimentos: à Ana, que no-las proporcionou; ao João, Catarina e Ana, por terem estado magnificamente e condescenderem em deixar os adultos catrapiscar o e-mail de vez em quando; ao Arménio […]
Impõe-se a rejeição absoluta deste boicote. E que todos utilizem o seu engenho para o resolver. CAA em Blasfémias, 27/07/2006
O folhetim deste Verão está a ficar divertido! Ricardo Araújo Pereira que se cuide, a concorrência aperta!
Como é habitual neste mundo, nada do que parece é” José Pacheco Pereira no Abrupto, 27/07/2006
Descansem. Dentro de dias estará re-escrita a história das acusações/justificações ao “ataque” ao Abrupto.
Há lugares que são comuns até um dia. No nosso caso, um dia de Verão. O Verão, enfim. Um novo ponto de partida.
Não tenho fotografias da Ana Malhoa semi nua, não faço a mÃnima ideia de quem é quem nos Morangos com Açúcar e nem sequer sei ao certo o que é isso da Floribella. Nada disso interessa, aliás, este texto é apenas um teste.
Mais palavras boas neste contexto de teste: Gil, Julieta, Mafalda, beijo, video, beijo, […]
Se este fosse um blog da moda e eu tivesse chamado à coisa “microcausa” a impressão pública seria certamente maior, mas não os resultados — e eu francamente não procuro os cinco minutos de fama, prefiro contribuir para a utilidade. As respostas ao meu incentivo / desafio para um Diário da República verdadeiramente livre e […]
Estranho e criativo é o que posso começar por dizer do Boas Festas.
A Microsoft não acerta uma. A sua estratégia de manter pressão somente com vapourware (entre outros, o Vista que nunca mais sai é um exemplo gritante da estupidez conjunta dos media que tudo comem) teve mais um brilhante capÃtulo com os rumores de meses sobre o lançamento de um rival para o iPod da Apple.
Na […]
Pouco tempo depois do turno da noite o deixar a repousar na mesa da varanda, as teclas do portátil voltaram a trabalhar. O dia amanheceu assim. Passado de mão em mão, geração em geração, num (agradável) ritual de férias nunca antes experimentado.
«A investigação do que se passa continua e já tem alguns frutos» escreveu José Pacheco Pereira ontem no Abrupto, onde continua a sua estiolenta senda de vitimização, com a basbacaria não menos estiolenta a aplaudir.
Uma coisa é termos suspeitas. Outra, muito diferente, é contarmo-las na praça pública. Quando o fazemos, convém ter algum lastro.
Num post […]
Pacheco Pereira não é um iletrado tecnológico, no sentido que sabe perguntar para resolver problemas que não domina. Veja-se o caso recente do novo computador em que, só após consultar os canais técnicos da marca e do vendedor, expôs o caso no Abrupto.
Neste caso, se assim se pode dizer, ele disparou primeiro e tentou perceber […]
Piadas à parte, a Concentração Internacional de Motos de Faro deste ano (25º aniversário), que hoje termina, pareceu-nos ter menos motos que anteriores. Talvez esteja a ganhar maturidade. Mas o que mais retivemos de as ver passar na estrada — nunca fui à concentração propriamente dita apesar de a) ser de Faro, b) conhecer de […]


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