Juro, eu não sabia. Só sabia que queria aquela parte do passeio. Afinal já não havia barcos naquela carreira há — quê? — quinze anos. Mais. E eles abriram agora outra vez e era uma memória tão antiga, tão bela, e tudo o que eu queria era partilhá-la. A infância, a água para as ameijoas, a ria.
Juro, amor, eu não sabia que partíamos para uma aventura tão inesperada. Tão única. Tão doce.


Não resisti à forma ternurenta como descreves a saudade de outros dias, partilhada com a tua cara metade.
Bonito de ver.
Um abraço Paulo
Beijo Ana
Cristina & Leonor