O caminho é assim, um pavimento feito de água que às vezes é azul, outras verde, outras ainda prateada e até já o vi dourado, ao pavimento. O castanho era negro noutros tempos, era de lodo, agora tem muita terra, muita areia, mais aridez. Sabes, somo nós que aceleramos a normalidade geográfica: onde ocupamos, pressionamos. A terra não se dá bem com a pressão.
Que importa? O caminho que nos levou também nos traz de volta da felicidade.


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