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	<title>Comentários em: O Second Life, o audiovisual, a realidade e a percepção dela</title>
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	<description>O amor é uma vida dentro da vida.</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 13:27:09 +0000</pubDate>
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		<title>Por: sr realidade</title>
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		<dc:creator>sr realidade</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2007 10:37:37 +0000</pubDate>
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		<description>a second life não é nada mais de a velha realidade da percepiçao que o que vemos,sentimos e queremos ser a traves de vida virtual que pode gerar um individuo coerente com as sublinariedades ou relativamente pertubado e deslocado físicamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a second life não é nada mais de a velha realidade da percepiçao que o que vemos,sentimos e queremos ser a traves de vida virtual que pode gerar um individuo coerente com as sublinariedades ou relativamente pertubado e deslocado físicamente.</p>
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		<title>Por: Ana Teles</title>
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		<dc:creator>Ana Teles</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2006 18:52:12 +0000</pubDate>
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		<description>Cada um encara o Second Life como entender. Assim sendo porque não encará-lo como um local para passear? Não é isso que fazem ao jogar jogos de computador (que não são online)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cada um encara o Second Life como entender. Assim sendo porque não encará-lo como um local para passear? Não é isso que fazem ao jogar jogos de computador (que não são online)?</p>
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		<title>Por: Mário</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2006/11/o_second_life_o_audiovisual_a_realidade_e_a_percepcao_dela#comment-26928</link>
		<dc:creator>Mário</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2006 20:09:50 +0000</pubDate>
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		<description>Podemos obter diversão no mundo físico ou no electrónico, o "mal" a meu ver não está aí. O problema para mim tem a ver com as expectativas  que as pessoas criam, algumas delas irrealistas e como tal potencialmente alienatórias. Como exemplo podemos criar esta situação:

Se eu julgar que o meu blogue me vai fazer famoso e ricos só por existir, estou a iludir-me porque isso não é algo que seja relista esperar de um blogue. Quando isso não se verificar provávelmente a frustração será grande e poderá levar-me a desistir de o actualizar.

Por outro lado se eu achar que um blogue é algo que se mantém porque gostamos de lá colocar conteúdos, então as minhas expectativas estão muito mais ajustadas ao que puder acontecer, quer no futuro, quer no presente.
Tudo na rede é comunicação, mas já nos cabe a nós saber se preferímos um interlocutor humano à nossa frente (com tudo o que isso implica) ou um ecran.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Podemos obter diversão no mundo físico ou no electrónico, o &#8220;mal&#8221; a meu ver não está aí. O problema para mim tem a ver com as expectativas  que as pessoas criam, algumas delas irrealistas e como tal potencialmente alienatórias. Como exemplo podemos criar esta situação:</p>
<p>Se eu julgar que o meu blogue me vai fazer famoso e ricos só por existir, estou a iludir-me porque isso não é algo que seja relista esperar de um blogue. Quando isso não se verificar provávelmente a frustração será grande e poderá levar-me a desistir de o actualizar.</p>
<p>Por outro lado se eu achar que um blogue é algo que se mantém porque gostamos de lá colocar conteúdos, então as minhas expectativas estão muito mais ajustadas ao que puder acontecer, quer no futuro, quer no presente.<br />
Tudo na rede é comunicação, mas já nos cabe a nós saber se preferímos um interlocutor humano à nossa frente (com tudo o que isso implica) ou um ecran.</p>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2006/11/o_second_life_o_audiovisual_a_realidade_e_a_percepcao_dela#comment-26564</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2006 17:19:32 +0000</pubDate>
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		<description>Que são os sentimentos senão virtualidades? Sombras, restos de percepções -- estas também tão virtuais na medida em que estão tão sujeitas à química.
No entanto, caro João Pedro, a distinção existirá sempre. São experiências diferentes, saborear um beijo físico, uma carícia ou obter o "mesmo" tipo de satisfação a partir de um blink, da leitura ou da visualização no ecran de uma bondade que nos é dirigida.
(Talvez um dia haja gente a preferir o clean do virtual. Talvez. Há tanta coisa no futuro que não sabemos.)
Dá que pensar é que subitamente, de um mês para o outro, a trilogia Matrix passa de mega-produção da alienação pela força do cinema para um sério aviso sobre um cenário que nos aguarda, algures.
Quanto às extensões, vou abrir em breve um blog sobre bots.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que são os sentimentos senão virtualidades? Sombras, restos de percepções &#8212; estas também tão virtuais na medida em que estão tão sujeitas à química.<br />
No entanto, caro João Pedro, a distinção existirá sempre. São experiências diferentes, saborear um beijo físico, uma carícia ou obter o &#8220;mesmo&#8221; tipo de satisfação a partir de um blink, da leitura ou da visualização no ecran de uma bondade que nos é dirigida.<br />
(Talvez um dia haja gente a preferir o clean do virtual. Talvez. Há tanta coisa no futuro que não sabemos.)<br />
Dá que pensar é que subitamente, de um mês para o outro, a trilogia Matrix passa de mega-produção da alienação pela força do cinema para um sério aviso sobre um cenário que nos aguarda, algures.<br />
Quanto às extensões, vou abrir em breve um blog sobre bots.</p>
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	<item>
		<title>Por: João Pedro Pereira</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2006/11/o_second_life_o_audiovisual_a_realidade_e_a_percepcao_dela#comment-26557</link>
		<dc:creator>João Pedro Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2006 16:26:34 +0000</pubDate>
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		<description>Creio haver uma tendência para se fazer uma distinção entre mundo "real" (o físico) e mundo "virtual" (o digital, sem existência palpável).

Ora, o mundo dito virtual é bem real: faz parte do quotidiano - da vida, sem mais atributos qualificativos - de imensas pessoas. Seja um avatar no SL ou outra coisa qualquer.

No seguimento do comentário de Vi, a alienação já existe há muito, não foi preciso o digital.

E sim, parece-me que, no campo das incorporações ou extensões - palpáveis ou não - passámos há muito tempo o ponto de "no return".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio haver uma tendência para se fazer uma distinção entre mundo &#8220;real&#8221; (o físico) e mundo &#8220;virtual&#8221; (o digital, sem existência palpável).</p>
<p>Ora, o mundo dito virtual é bem real: faz parte do quotidiano - da vida, sem mais atributos qualificativos - de imensas pessoas. Seja um avatar no SL ou outra coisa qualquer.</p>
<p>No seguimento do comentário de Vi, a alienação já existe há muito, não foi preciso o digital.</p>
<p>E sim, parece-me que, no campo das incorporações ou extensões - palpáveis ou não - passámos há muito tempo o ponto de &#8220;no return&#8221;.</p>
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		<title>Por: Vi</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2006/11/o_second_life_o_audiovisual_a_realidade_e_a_percepcao_dela#comment-26449</link>
		<dc:creator>Vi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2006 03:46:25 +0000</pubDate>
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		<description>Quando eu era menina "vivia" as aventuras e emoções de todas as (muitas) histórias que lia. Era a "realidade virtual" possível nos 60's. "Entrava" na história, imaginava os locais, pedia emprestada aquela vida durante o tempo que durava a leitura do livro; as diferenças são muitas, mas será assim tão diferente?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu era menina &#8220;vivia&#8221; as aventuras e emoções de todas as (muitas) histórias que lia. Era a &#8220;realidade virtual&#8221; possível nos 60&#8217;s. &#8220;Entrava&#8221; na história, imaginava os locais, pedia emprestada aquela vida durante o tempo que durava a leitura do livro; as diferenças são muitas, mas será assim tão diferente?</p>
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