A crise (definitiva) dos direitos de autor
publicado 6 Abril 2007 em Um jantar em Nova Iorque.Em pesquisa para um texto no Expresso online sobre DRM, tropecei num post já com dez dias do Miguel Caetano no Remixtures que é a b s o l u t a m e n t e fundamental para todos quantos se interessem pelos temas da pirataria digital, P2P, copyright, direitos de autor, etc. Como saberão os mais atentos, sou (justamente) considerado um radical pela visão que tenho dos direitos de autor. Acho simplesmente que devíamos acabar com esse conjunto de disparates legais que hoje não cumprem função alguma excepto impedir a criatividade, e mesmo nisso são pessimamente sucedidos.
O trabalho do Miguel Caetano, que traduziu para português o ensaio de Rasmus Fleischer, é de aplaudir (e sim, ele é um autor da TubarãoEsquilo). Fleischer coloca muito bem as questões. E explica o que podemos esperar da indústria do copyright, porquê e com que consequências (nefastas) ao nível dos direitos individuais (pertinente para a directiva europeia sobre a retenção de dados).
A crise é definitiva. Façam favor de ler entre obras de arte e redes: navegando pela crise do copyright.


Aproveito para deixar um link muito interessante de um projecto que tem o objectivo de divulgar e sensibilizar o DRM em Portugal: http://www.drm-pt.info
Agora, há uma nova verdade:
O motorista do Sócrates esperava por ele, à porta da “Independente”, enquanto ele estava nas aulas.
http://dn.sapo.pt/2007/04/07/ tem…_diplomas_.html
Motorista dele, ou do Estado?
Que faziam um motorista e uma viatura do Estado, à noite, à porta da Universidade “Independente”?…
Quem pagava?…
Ele — Sócrates — ou… nós?…
Caro Arrebenta, a sua resposta nada traz de novo a este assunto dos direitos de autor. Tem todo o direito de se exprimir acerca do caso do Primeiro Ministro e pode, inclusivé, dar as suas sábias respostas aos meus posts… sobre o assunto. Não neste local, que é inapropriado. Valeu?
Valeu, baste que desbloqueie o acesso do meu nick aos fora de opinião do “Expresso”. Valeu?
Caro Arrebenta: não lhe admito a confusão. Isto é o meu blogue pessoal. O Expresso é um jornal no qual colaboro. São coisas diferentes. A sua pressão será ignorada.
Por acaso tinha lido sobre o assunto no blog em questão (não o tópico “ligado”).
Nesse tópico li que as autoridades Alemãs precisavam de um técnico com 8 horas de trabalho para conseguir acusar alguém. Os promotores entendiam que o dinheiro gasto no combate à pirataria não compensava.
P.S.- ARREBENTA, porque não pedes licença para sair e vias fumar um cigarro ? Que falta de formação, não deves saber ler e escrever e metes mensagens sem qualquer assunto para a discussão…