Pedro Arroja não foi expulso do Blasfémias por ninguém
publicado 30 Abril 2007 em o cão andaluz.Só hoje soube, através de outro blogue que não cito porque nada tem a ver com este assunto, que Pedro Arroja deixou o Blasfémias. Confesso que a curiosidade foi mas forte: fui ao Google pesquisar das razões. Encontrei-as: a minha convicção é que, na arte da Blasfémia, somos todos meros aprendizes à beira do Pedro.
Devo dizer que não concordo com o autor, LR. Não é possível o Blasfémias ficar mais pobre porque saiu Pedro Arroja.


«Não é possível o Blasfémias ficar mais pobre porque saiu Pedro Arroja.»
Por acaso também concordo.
Eu concordo apenas é como raio é que esse blog tem tanta popularidade se não diz nada de jeito.
Essa é que é essa!
Rui
Caro Rui Cruz, não é forçoso que exista relação entre a popularidade e a qualidade. Nos jornais como na televisão a regra é: são mais populares os programas de menos qualidade.
Na web o fenómeno repete.se.
Não vejo porque havia a blogosfera em geral, ou um determinado blogue em particular, de constituir excepção. Há algumas, certamente, e não afirmo (nem desminto) que o Blasfémias não seja uma delas. Simplesmente faço ver que não há relação.
«não é forçoso que exista relação entre a popularidade e a qualidade.»
Certíssimo.
Caro Gabriel Silva, a minha resposta ao Rui Cruz destinava-se a isso mesmo: ser uma resposta ao Rui Cruz, que colocou uma dúvida. O que eu penso ou deixo de pensar sobre a qualidade do Blasfémias como blogue colectivo não é dedutível do anterior comentário. Não é, sequer, pública.
Caro Paulo
Sim, eu sei e estava claro.
O meu comentario (que obviamente também nada tem a ver com o meu blog ou qualquer outro), visava reforçar uma ideia que me parece inteiramente correcta, de que as audiências, em qualquer tipo de suporte (acrescento eu), não tem necessáriamente uma relação directa com a qualidade do produto.
É um principio geral que me parece acertado.