Sobre o iPhone, lançado na semana passada nos Estados Unidos da América: “Há, aliás, um aspecto cujo valor, simultaneamente prático e simbólico, não deve ser menosprezado. Na verdade, a criação de um écrã totalmente táctil confere ao iPhone uma dimensão pessoal e, mais do que isso, sensual. A ausência de um teclado normal envolve uma relação outra com a própria máquina [...] Podemos mesmo dizer que se trata de uma nova forma de erotização da relação homem/máquina. Se quisermos ser irónicos (ou mesmo cínicos), diremos que reencontramos, assim, alguns delírios de ficção científica. Se nos ficarmos pela objectividade que os tempos aconselham, reconheceremos que os novos protagonistas das fábulas futuristas somos nós“. João Lopes no Diário de Notícias.
Vou pensar nisto.

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