Bem vindo, leitor enviado pelo www.google.pt!

O artigo contendo o que procurou, ganhar dinheiro com a net verdadeiramente, encontra-se abaixo. Permita-me ajudá-lo sugerindo os seguintes textos seleccionados com base na sua pesquisa (recomendo ainda a pesquisa interna, do lado direito):

Quiz das sextas feiras
Oportunidades para ganhar dinheiro na Internet!
A pesquisa da Microsoft está com um problema de percepção do real
Tempus fugit
Truísmo sobre o dinheiro e a web social
As receitas dos principais bloggers
Como ganhar dinheiro na Internet: Problogger celebra 3º aniversário com 54.000 dólares de prémios aos leitores

Espero ser útil.

Viva! Queres ganhar dinheiro na Internet?! É fácil! Esta é a maneira mais fácil: basta criares um site catita onde ensinas como se ganha dinheiro na Internet. Como os americanos já desbravaram o caminho, em português é ainda mais fácil: basta traduzir a imensidade de lugares comuns, mentiras, wishful thinkings, especulações, verdades básicas que se podem encontrar com pesquisas simples no Google, juntar-lhes a magia da sigla SEO (Search Engine Optimization), usar imenso as palavras dinheiro e ganhar, e encher o site catita com todo o tipo de sistemas de anúncios, e programas de afiliados, que se atropelam uns aos outros no meio de tanta página sem valor acrescentado.
As boas notícias: dado o imenso número de palermas que a web comporta, este nicho de mercado está para lavar e durar. Deixe-se tentar!
As más notícias: dado o elevado número de chico-espertos que querem ganhar dinheiro à custa do imenso número de palermas, a multiplicação deste tipo de sites reduz o seu potencial de rentabilidade por duas vias. Por um lado as keywords vão ficando mais baratas, implicando um rendimento menor por anúncio, e por outro as audiências tendem a ficar limitadas. Em termos simples: apesar da facilidade, é muito esforço para tão pouca paga. Quem lucra, realmente, com isto são os sistemas de afiliados. Pelo menos durante algum tempo. O tempo que demora os clientes deles a descobrirem que milhões de pageviews de nulo valor acrescentado valem virtualmente zero.
A rede tem uma característica engraçada: tende a recompensar as ideias originais e a penalizar os copycaters. O caso de estudo é o do Million Dollar Homepage: Tew fez o milhão mas nenhum dos milhares de copistas que quiseram repetir a graça ganhou para mais que as sopas. Os candidatos a darren rowses deviam pensar duas vezes antes de se meterem no negócio de ganhar dinheiro na web. Em primeiro lugar, é preciso isso mesmo: saber usar o cérebro. O suficiente, pelo menos, para ter uma ideia.
Eu gozo o espectáculo, de poltrona. Também tenho algumas ideias para ganhar dinheiro na Internet. Perguntem-me por elas e preparem o cheque.

  1. 1 Carlos Sousa

    eu tb conheço uma…

    E que tal ter um blog, por exemplo um parecido com este, e de tempos a tempos, colocar um post, com um título que fique bem nos motores de busca, google por exemplo, de maneira a atrair para o blog (e sobretudo para a pub), muitas visitas.

    Sugestões: ganhar dinheiro na internet…ou…Sms de borla…ou Ana malhoa…etc…etc…etc…

    Paulo, o caminho que estás a seguir pode ser o mais lucrativo, mas não é o mais correcto. Então depois de um artigo como o “Blogar dá trabalho”, é este o exemplo que dás…

    Ai…ai…ai…

  2. 2 Paulo Querido

    Caro Carlos Sousa, esse primeiro parágrafo aplica-se a 50 milhões de blogues no mundo inteiro, última contagem, e não especificamente ao meu. E é uma descrição muito básica, na minha modesta opinião, além de acintosa, da actividade de publicar na web de hoje. Terá escrito sem pensar — provavelmente apenas para me picar? É que lhe fica mal desdenhar dessa maneira do esforço de tantos milhões de autores, amadores, profissionais e o que mais há por esse mundo fora, que usam as ferramentas indispensáveis para serem lidos (e, alguns desses milhões, serem pagos pelo trabalho que desenvolvem). Sugiro-lhe que se informe um pouco melhor.
    Sobre o lucrativo, fala o Carlos do que não conhece nem sabe. O mesmo se aplica ao termo “correcto”. Eu não pretendo dar exemplos e acho que você é um leitor equivocado a meu respeito. ai… ai… ai…

  3. 3 Carlos Sousa

    Olá Paulo,

    Não tive qualquer intenção de o”picar”.

    Mas a minha opinião mantém-se. Se mantenho um blog, das duas uma, ou assumo claramente que uso este tipo de instrumentalização, ou não… e não me parece que o Paulo alguma vez tenha necessitado deste tipo de “ferramentas indispensáveis” para ser lido.

    Daí o meu anterior comentário, que se resume, a um desabafo pessoal de descontentamento pela recente opção editorial, que frustra um pouco quem acompanha o que escreve.

    Evidentemente, o Paulo, escreve o que bem lhe apetecer, e eu enquanto leitor posso ou não gostar, e nada posso fazer, a não ser, ser franco e dizer o que penso.

    Mas gostaria de deixar um exemplo, imagine, que por exemplo, vamos ler o Abrupto do P. Pereira, e levamos com um tópico do género Sms à borla… não acha que os leitores habituais do blog se sentiriam defraudados? Isto não é uma crítica, mas sim um elogio, pois tenho tido esse tipo de sensação no Certamente.

  4. 4 Paulo Querido

    Caro Carlos Sousa, instrumentalização? Repito o que já escrevi: informe-se melhor, pois está com uma visão um tanto desajustada da realidade. Aliás, o que escreveu sobre o Abrupto revela que o Carlos (e desculpe a minha franqueza) tem andado distraído ou ausente, faz um tempo. Há já alguns meses que o Abrupto mudou a forma de publicar, e não tem apenas a ver com a mudança do Blogger.
    O que eu assumo aqui, claramente, é o que consta do estatuto editorial.
    Quanto à recente opção editorial, refere-se à mudança de template ou à organização dos arquivos de forma a poupar a primeira página, mais generalista, dos assuntos que interessam necessariamente a menos gente? Foi a única coisa que mudou recentemente por aqui.
    Aquilo a que Carlos parece estar a chamar de “instrumentalização” (um maior rigor e atenção às especificidades dos canais pelos quais os leitores são notificados da minha publicação, veja lá a diferença…) é uma realidade deste blogue há um ano (quando fui desindexado pelo Google e perdi metade da audiência, recuperada lentamente nos meses seguintes).
    Não sei porque insiste nessa dos SMS à borla. É um título absolutamente vulgar, descreve o assunto em causa, não é particularmente excitante em termos de SEO, está muito longe do truque — mais que assumido, foi uma experiência declarada no próprio texto — experimentado com grande sucesso, sucesso esse relatado em diversas ocasiões, com o título da Ana Malhoa morangos etc?
    Enfim. A relação autor-leitor é de facto muito diferente dos media anteriores. E não foram só os leitores que ficaram a ganhar com a interactividade:)
    Como leitor, dirá Carlos o que pensa e agradeço a frontalidade e a justiça. É o que pode fazer, certo, e já é muito mais do que anteriormente. Ao menos podemos conversar.

  5. 5 Paulo Querido

    Nçao deixa de ser irónica, esta nossa troca de comentários num post em que chamo a atenção para o clima de oportunidades que começa a ser aproveitado na web também em Português…

  6. 6 Carlos Sousa

    Olá mais uma vez Paulo,

    Gostava de te contar uma pequena (prometo) história. O meu primeiro carro, comprei-o com o dinheiro proveniente, de um sistema de afiliados, do agora menos popular Altavista, no tempo em que os requisitos por parte destas empresas eram bem mais flexíveis, que os do Adsense do Google. Era fácil…muito fácil, ganhar bom dinheiro (já lá vai uns bons anos), pela simples razão que em terra de cegos, quem tem um olho é rei…serve isto para te mostrar que de websites, blogs, publicidades e técnicas de promoção estou devidamente informado.

    De resto, brincava no outro dia com o Safari para o windows, e fiquei a saber onde colocavas os teus anúncios no blog (viva o Adblock !!!), pelo que a forma como geres este campo (pub) do teu blog até me passava, algo ao lado…

    Talvez por isso a maior atenção aos pormenores dos posts…

    A relação autor- leitor, tão Web 2.0, é do meu inteiro agrado e não tenho nada contra, pelo contrário…

    Mas sinceramente… E agora brincando… Se ao menos o tal sistema de sms funcionasse…Fiquei desiludido…lol.

  7. 7 Paulo Querido

    Caro Carlos, a sua história é inverosímil. E se provasse alguma coisa, era a sua habilidade para, como diz, ganhar dinheiro à custa dos cegos. Não prova que tenha conhecimento do funcionamento, hoje, dos websites, blogs, publicidades e técnicas de promoção… A menos que queira abrir um pouco mais o jogo comigo?
    O sistema de sms elaborado pelo Sérgio funciona — o que não funciona é o gateway que ele usou: chegou a um ponto, cortou o acesso (lição: não há almoços grátis, provem mas se querem, paguem. Old news, de resto).
    Abraço (e espero que abra o jogo, tem isso muito fechado).

  8. 8 Pedro Rebelo

    A sério… Caro Paulo Querido. Parece impossível que cada vez que por aqui passo encontre sempre uma destas guerras. Mas mais incrível ainda é que encontre sempre da sua parte em resposta a comentários dos seus leitores atitudes como as que abaixo transcrevo:

    (…)Terá escrito sem pensar — provavelmente apenas para me picar?
    (…)fala o Carlos do que não conhece nem sabe.
    (…)informe-se melhor, pois está com uma visão um tanto desajustada da realidade.
    (…)Não prova que tenha conhecimento do funcionamento, hoje, dos websites, blogs, publicidades e técnicas de promoção…

    Há uns meses atrás escrevia-me: “(…)Você não pretende saber nada disto. Está apenas interessado no “sangue”.(…)” e “(…)a sua é uma opinião deformada à partida, pelo que não vejo vantagem em continuar consigo a conversa(…)”. Pois parece-me (infelizmente porque dá jeito ter boas referências) que afinal é o Paulo que constantemente faz juízos de valor sem bases sempre que alguém o critica mesmo que de forma irónica.

    Será que as pessoas só falam para o chatear? Desculpe a franqueza mas não penso que seja assim tão significativo…
    Será que ninguém sabe nem conhece o que quer que seja daquilo que o Paulo comenta? Só o Paulo talvez…
    Será que anda toda a gente desinformada ou tão distante do que é real?
    Mas será que alguém tem que lhe provar alguma coisa só para lhe deixar uma opinião?

    Como poderá entender não é “sangue” o meu interesse. Continuo a visitar o seu site e a ler os seus artigos quer no mundo online assim como IRL. Gosto da maneira como escreve os seus textos. Sabe utilizar os seus trunfos. Sinceramente, entristece-me que seja tão intransigente com quem opina de forma distinta da sua. Não só a intransigência que, mesmo não gostando do estilo, é um direito que se lhe assiste mas o pior é a forma como sem defesas ataca.

    Continuarei a passar por cá. Pode ser que algo mude. Um dia.

  9. 9 Carlos Sousa

    Tenho que dar alguma razão ao Pedro. Insistes em achar que não pode haver quem também perceba uma ou duas coisas disto….lol…

    Abrir o jogo…claro…mas não aqui…ainda assim fica sabendo que até o Sapo, no tempo em que o Google n reinava em Portugal, tinha as suas falhas na indexação das páginas…pelo que era facílimo conseguir o primeiro lugar nas buscas efectuadas relativamente aos termos que pretendia…entre outras coisas…

    De resto, ainda percebo, o suficiente para, se quiseres, fazer uma análise técnica ao teu blog, relativamente à matéria em causa…apesar de verificar que já cumpres grande parte das recomendações que uma busca sumária no Digg, recomenda… das fedds…(agora com o feddburner pro free melhor), ao posicionamento dos anúncios nos posts…mas muito havia ainda a melhorar…

    E já agora tb uso o Adsense…numa ou outra coisinha por aí na Web…

    Mais info…usa o mail.

  10. 10 Paulo Querido

    Não, caro Pedro Rebelo. Há gente informada e que sabe do que eu falo e escrevo. Não sou, de todo em todo, intransigente. E você está a confundir o contra-ataque numa situação de acossamento com uma confrontação de discursos. Não me parece sensato.
    Não é por se defenderem na opinião (”a mera opinião do leitor…”) que os comentadores têm menos deveres que os bloggers de justificarem o que escrevem. No caso em apreço, desconfio que a história que o leitor contou não é a verdadeira história. E a partir do momento em que o leitor a usou aqui para justificar um conhecimento que me parece ser evidente não possuir (ou, se possui, tem demonstrado o contrário, o que para os efeitos práticos é a mesma coisa), eu tenho o direito de lhe pedir, educadamente, que abra um pouco mais o jogo.
    Eu não fiz juízo algum de valor neste caso, tive esse cuidado. Tenho-o repetidamente. Curiosamente, o mesmo não pode você dizer. Continua a repetir uma, como colocar isto sem o ofender?, uma não-verdade. Não é verdade que eu seja intransigente com quem opina de forma distinta da minha e se os milhares de comentários no meu blogue não chegam para comprovar o que afirmo, leia-me no Expresso e leia-me nas caixas de comentários que frequentei.
    Daí até aceitar que um leitor se ache no direito de me fazer uma crítica e não aceitar outra de volta, vai um grande passo.
    Um website com espaços públicos é um convite à conversa e ao debate e a sua opinião está aqui registada tal e qual a minha, logo não vejo porque razão EU tenho menos direitos que um leitor.
    Não há aqui nenhuma guerra em curso. Ou posto de outra forma: até este momento eu, pessoalmente, não vejo aqui nenhuma guerra nem me envolvi ou pretendo envolver nalguma.
    Porque diz “sem defesas”? Eu considero estar bem defendido nesta matéria. E continue a passar por cá: este webzine é o que se chama um valor seguro, aqui sabe, certamente!, com o que pode contar. Sempre.

  11. 11 Paulo Querido

    Vamos lá ser claros, caro Carlos Sousa: quer explicar em que condições é que ganhou dinheiro suficiente para comprar um carro num programa que pagava 3 cêntimos de dólar ao clique quando havia um décimo do tráfego web que há hoje? E com o Sapo? E esses “conhecimentos”, que relação têm com a web de hoje? São aplicáveis? Onde? No bloqueio de anúncios dos outros? Acaso se sente ainda em condições de voltar a enganar o Sapo (foi você que o disse, não eu) e a reinar em terra de cegos (idem)? E — agora parte que verdadeiramente me interessa, o resto dou de barato — o que tem isso tudo a ver com eu usar regras elementares de optimização, procurar estreitar a relação com a minha audiência e procurar novos públicos?
    Desculpe a minha insistência, mas de todo em todo não vejo relação. E por não ver que relação existe entre a exploração das fraquezas dos algoritmos — seja de busca, seja de fiscalização de fraude nos programas de clique — e o emprego das técnicas de webmaster recomendadas pelas indústrias (da publicidade e marketing, da pesquisa e da edição) e pelo bom senso, por não ver, dizia, é que insisto em que você nos explique onde ela está.
    Eu vivo neste mundo em que se fazem conferências para explicar SEO às empresas editoriais. O Carlos, ao que diz, vive no mundo em que se “enganam” os motores de busca. E acha que eu o acusei de não perceber “uma ou duas coisas disto”. É impossível, claro: não estou em posição de acusar quem se veio gabar de ter comprado um carro com dinheiro de um programa afiliado que pagava 3 cêntimos de dólar ao clique em 2000 (há 7 anos, ao tempo dos modems de 56k), isto depois de afirmar que o meu caminho não é o correcto. Boa.

  12. 12 Paulo Querido

    Quanto a análises técnicas, caro Carlos, agradeço a oferta, que naturalmente declino. Prima um dos dois botões abaixo para verificar a validação XHTML e CSS (tem erros à brava). O resto vai bem, obrigado.

  13. 13 António Dias

    eheh… tão certeira.

    O tempo que demora os clientes deles a descobrirem que milhões de pageviews de nulo valor acrescentado valem virtualmente zero.

    Eles nao saem do sistema, são como os ratos a quem premeiam aleatoriamente de cada vez que primem a portinhola qd lhes deixam de dar comida.
    Continuam a premir até ter as patas ensanguentadas…

  14. 14 Carlos Sousa

    1º eu não engano os motores de busca, nem cometo qualquer ilegalidade como insinua, uso é as “técnicas de webmaster recomendadas pelas indústrias” a um outro nível que não o que conhece e em nada moralmente diferente das que já usa neste blog…só que as minhas são melhores. Os cegos a que me refiro, não são diferentes dos que “aterram” neste blog à procura de maneiras fáceis de ganhar dinheiro na web….

    2º Eu não tenho que provar nada, e o simples facto de não conseguir compreender como é que se ganhava dinheiro suficiente para um carro usando um sistema de afiliados que, pagava 3 cêntimos de dólar, não pelo clique mas sim pela pesquisa…( aliás 3 cêntimos de dólar há uns anos e no tempo do escudo era muito dinheiro, muito mais do que qq clique num anúncio do adsense possa valer agora)mostra que afinal, o Paulo nas conferências que dá, deixa um ponto importante, por explicar, ao qual infelizmente não se pode referir pois desconhece. Era possível, continua a ser…e dava-lhe uma lista com o nome das pessoas que mais ganham, com o Adsense a nível mundial, nas quais infelizmente n me encontro nem de perto nem de longe( e muito menos o Paulo, pela sua admiração), se tivesse o link á mão..mas basta pesquisar. Talvez os valores o surpreendam…e olhe que também usam todas essas “técnicas de webmaster”. levam-nas é mais além…e para isso não precisam de recorrer a ilegalidades, assim como eu tb não o faço e nem nunca o fiz, já conhecia era essas técnicas por mérito próprio, não porque as li num blog qq de um puto americano, mesmo, na era dos modems de 56 kb.

    3º No tempo dos modems de 56 kb, um décimo do tráfego, já representava muitos milhões de internautas a nível mundial. E que eu sou mais virado para o mundo, e menos para o nacional, mas isso são opções…

    Já agora será que nos fins da década de 90 inícios de 2000, o Paulo já conhecia o suficiente sobre a web para agora poder referir-se a esse período? Ou melhor, já tinha net em casa?

  15. 15 Carlos Sousa

    Só mais um aspecto que me esqueci de referir, a diferença entre as minhas páginas e este blog, é que eu sou claro nas minhas intenções, daí a minha crítica que iniciou esta sucessão de comentários. Há blogs dos quais simplesmente, não se espera que se usem determinadas tácticas…este era um deles. Quem enganará mais?

  16. 16 Pedro Rebelo

    Não vale a pena entrar por ai. O PQ já tinha Internet nessa altura e sim ele até percebe da coisa e foi bastante empreendedor no cyberespaço português. Ninguem lhe tire os méritos. Basta que ele entenda que tal como ele há outros mais mesmo por cá neste cantinho pequenino. Agora, nem todos são jornalistas e como tal nem todos são tão expostos à mediaticidade daqueles que não fazem ideia do que é isto da web… Eu pessoalmente conheço varias pessoas que sabem perfeitamente quem é o Sr. Paulo Querido mas não fazem puto de ideia de qual é o seu site. Nunca cá vieram e nem tãopouco estão interessados em tal.
    Sim, o Paulo Querido sabe o que é a internet. A questão é que há mais quem saiba. Ah e tal, ele já escreve sobre o assunto há muito tempo… E então? Em 94, era eu um puto a viver da mesada dos pais e já tinha contas de 100.000 escudos à PT ao final de cada mês. Outros havia que pela net andavam tanto tempo como eu mas mais sabidos faziam com que alguem pagasse… O Paulo Querido escrevia artigos à conta das entidades empregadoras… Está tudo muito certo mas mais uma vez digo, há mais quem entenda do assunto e é só isso que parece difícil por vezes de aceitar…

  17. 17 Paulo Querido

    Caro Carlos Sousa, sim, eu já estava ligado à net em 1999. Aliás, já estava ligado à net em 1989, agora que falamos nisso.
    Se o Carlos Sousa fosse claro nas suas intenções, dizia-nos onde estão as suas triunfantes páginas. Quando afirma que não tem de provar nada, estamos conversados: atiro a toalha.
    Se eu não fosse claro na minhas intenções não tinha escrito o post que você alude sem, infelizmente para a sua argumentação, o ter lido, nem tinha ao longo dos últimos doze meses escrito aqui e ali sobre as novas técnicas de escrita. Se você não espera que eu use as técnicas de optimização mais elementares — francamente, tem de mim uma imagem muito errada. A sua última frase é de facto lapidar em alguém que chega aqui (sendo aqui um post sobre os exageros e o chico-espertismo que chegaram à web lusófona) a criticar uma alucinação pessoal como se fosse eu, afirma zombeteiramente ter ganho dinheiro à custa de esquemas, foge a todas as perguntas, mesmo as básicas, mete os pés pelas mãos na hora de citar os ganhadores mundiais do AdSense, descobriu “essas técnicas por mérito próprio” e… continua a referir-se a determinadas tácticas que afinal não passam de saber escrever um título e metê-lo no campo title. Elucidativo, eu diria. Obrigado por me ajudar com tamanho brilhantismo a ilustrar o meu post sobre como (não) ganhar dinheiro na web.

    Caro António, pois. Ratitos.

  18. 18 Paulo Querido

    “Paulo Querido escrevia artigos à conta das entidades empregadoras…” eis uma frase assassina em todo o seu esplendor. Assassina para quem a profere. Caro Pedro, não vá por aí: todos os jornalistas escrevem artigos à conta das entidades empregadoras. Como todos os pedreiros empilham tijolos à conta das entidades empregadoras. Como todos os informáticos codam à conta das entidades empregadoras. E por aí fora.
    E a questão não é, de todo, haver mais quem saiba o que é a Internet. Essa nunca foi uma questão. Precisamente porque havia gente que sabia o que era a Internet eu pude falar com eles para escrever artigos sobre a Internet.
    A questão aqui é outra. É o aproveitamento de algumas pessoas, mais lestas, em torno do que está a dar, pensam elas, quando afinal estão a cavar a sua própria sepultura — como muito bem percebeu o António. A questão aqui é eu chamar a atenção para isso e cairem-me em cima com o que imaginam ser “acusações” e não passam de tolices.

  19. 19 Carlos Sousa

    Pode usar todos os artifícios linguísticos (”Novas técnicas de escrita”, ou “técnicas elementares de optimização”) que quiser, para mascarar, esta simples realidade, a que o Paulo se vê obrigado a recorrer apesar de todo o seu brilhantismo e conhecimentos web. Elucidativo…?

    Todos nós temos muito a aprender, e o Paulo não é excepção…

  20. 20 Paulo Querido

    Máscaras, aqui, se alguém as usa, eu não sou. É um bocado lapalissiano, dizer que todos temos a aprender. É claro que todos temos a aprender. Eu não sou excepção, mas porque carga de água havia de ser? Lá porque algumas pessas acham que eu, só pelo simples facto de ser jornalista, estou mais isto ou menos aquilo que os outros cidadãos, eu não acho. Sou mesmo assim, azar.
    “Novas técnicas de escrita” e “técnicas elementares de optimização”, caro Carlos Soua, serão TUDO menos artifícios linguísticos. Os cursos que frequentei (como aprendiz e não como professor, como você referiu antes…) eram mesmo de iniciação à escrita correcta na web e à optimização de motores de busca. Tenho de aprender muito, pelos vistos, até chegar ao seu nível. Com paciência e melhores professores, estou confiante que estará ao meu alcance! Não acha?

  21. 21 Pedro Rebelo

    A frase seria: “O Paulo Querido escrevia artigos à conta das entidades empregadoras… Está tudo muito certo(…)”

    Caro Paulo, já que sabe assim tanto (e atenção, mais uma vez, ninguem duvida que saiba muito) destas coisas da Internet, deve saber que quem lê mais do que dois ou três comentários num qualquer post é por norma alguém interessado e com conhecimento no assunto. Assim sendo desengane-se. As pessoas não vão saltar os comentários dos outros só para lerem os seus. Eu sei o que escrevi e quem aqui chegar também o leu. Não critiquei quem trabalha a fazer o que quer que seja por conta de outrem (por vezes vários milhares de pessoas estão a ler e dependem em algumas das suas actividades profissionais daquilo que escrevo por conta de outrem e orgulho-me muito disso). A minha referência foi pelo facto de que o Paulo o pôde fazer quando lhe pagavam para isso e para ter visibilidade com isso. Muitos tiveram que o fazer (e muitos ainda o fazem) única e exclusivamente às suas custas. Mas mais uma vez tinha que deixar o seu cunho pessoal: “eis uma frase assassina em todo o seu esplendor. Assassina para quem a profere.”. Não será por isso que os meus dedos deixarão de teclar nem certamente será por isso que alguns olhos continuarão a ler o que escrevo.
    Irra!

  22. 22 Carlos Sousa

    Acho que no meio deste nosso pequeno debate de ideias, se perdeu um ponto fundamental…culpa minha talvez. Não pretendo ser professor de ninguém, e nem por o seu valor em causa, muito menos por comparação para comigo ou outra pessoa qualquer.
    Aceito todas as considerações que tece(menos as injustas sobre a minha pessoa), e eu próprio tenho como válidos alguns dos seus argumentos. Nunca foi minha intenção por em causa determinados pressupostos, mas sim, o uso destes neste blog, que, como comecei por explicar noutro comentário, não compreendia, face o valor do blog em si. Mais uma vez repito, é uma mera opinião que me senti no direito de partilhar consigo. Infelizmente, acho que levamos a discussão para o lado errado do campo. Os meus conhecimentos valem o que valem, os seus idem…e fiquemos por aqui…vou continuar leitor atento e crítico do que escreve, aqui e no Expresso,pois um bom, blog deve viver tanto dos seus autores como dos seus leitores…

  23. 23 Paulo Querido

    Caro Pedro Rebelo, sei o suficiente para lhe dizer isto: a maioria das conversas que decorrem em muitos comentários fogem dos assuntos iniciais e tendem a reflectir mais os egos dos intervenientes, as suas querelas políticas, clubistas e outras, do que os seus pontos de vista sobre o assunto. A prova disso é esta mesma conversa, sobretudo entre dois dos intervenientes: você e eu. Até aqui (vamos em, salvo erro, 22 comentários) ainda não percebi se você tem alguma coisa para dizer sobre o que está em causa no post: os seus comentários são dirigidos a mim, como pessoa, discute-me a mim e às minhas pretensas atitudes e feitios, não discutiu as ideias, ou a falta delas, no exercício do post. Aliás, você entrou na conversa directo ao meu osso, intervindo a favor de outro comentador, e não directo à minha posição (nem sequer à posição dele).
    É uma questão pessoal, portanto. Embirração, não embirração, whatever, não interessa agora. Interessa é que as caixas de comentários são em regra depósitos de egos, e não de ideias.
    É uma honra que reconheça o meu cunho pessoal: foram muitos anos até conseguir ter um!
    E… viu? É possível manter uma conversa, ainda que não particularmente interessante sobre o tema que propunha no post, sem tornar isto numa guerra. Pela minha parte, aprecio o seu esforço. Estou a ser honesto, não é um “artifício linguístico”.

  24. 24 re21

    Oportunidades de ganhar na Internet?, o Paulo Querido sabe bem como, digo Eu, sei lá, se Ele ganhou, e nem me interessa, mas que negociou, negociou, e como tenho que ler os comentários por aqui fico.

  25. 25 Paulo Querido

    Caro Carlos, valemos o que valemos, certo. Eu não tento ser o que não sou. Jamais (acentuação francesa, muito na moda).
    Voltamos a centrar a conversa no sítio, óptimo. E agora que o apanho no sítio, aproveito para dizer isto: obrigado por considerar este como um blogue com valor, mas não percebo porque há-de um blogue com valor evitar, até ter vergonha de, usar as ferramentas e técnicas de melhoramento. No Expresso, por exemplo, travámos uma batalha de um ano para atingir um PR de 6/10 e indexar os conteudos no G. Envolveu a mudança quase total do código das páginas — sem que os leitores se apercebessem da revolução. Anos e anos de desleixo (um bocado o que você parece defender para o meu blogue: se tem valor, não precisa de melhorar) e também de ignorância, tinham conduziram o Expresso a uma posição em SERP nada condizente com a imagem do jornal e era necessário recuperar. Fizémo-lo (o meu contributo foi pequeno, dentro da equipa que deu a volta ao assunto).
    O pior da ignorância não é a ignorância em si mesma: é a falta de humildade. Ninguém nasce ensinado. Eu dispus-me a aprender. Aprofundei os conhecimentos, até aí superficiais, em optimização quando o meu blogue desapareceu do Google, fazendo-me perder mais de metade da audiência. Recuperá-la não foi fácil. É, portanto, com orgulho, e não com vergonha, que hoje faço um título mais condizente com este meio, sabendo ligá-lo ao campo TITLE e aos campos META.
    E veio você dizer que isto é um truque?
    Para um jornalista, isto é a profissão. Num jornal os títulos obedecem a regras, que têm a ver tanto com captar a atenção dos leitor como dar a volta às tituleiras (o tipo de letra, fonte, e o tamanho), pois que umas permitem palavras compridas, outras não, etc. Eu fiz títulos para chumbo, para off-set e para desktop publishing, agora faço títulos SEO, é tudo a mesma coisa: embrulhar o meu “peixe “o mais bem embrulhado que puder, com o que tenho à mão.
    Espero que agora, que ultrapassámos a fase do ego, possa comprender o meu ponto de vista. Eu compreendi o seu — e não o aceitei.

  26. 26 Paulo Querido

    Espero não ser impiedosamente zurzido pela utilização da expressão popular “embrulhar o meu “peixe “o mais bem embrulhado que puder” aplicada aos nobres conteúdos jornalísticos e mesmo assim assim que produzi ao longo dos últimos 30 anos! Hello, é *só* uma expressão popular, hein.

  27. 27 Yah

    Quer um truque fixe para ganhar uns trocos ? Publique o Diario da Republica e press-releases avulsos no blog… ah já faz isso.

  28. 28 Sérgio Rebelo

    Parece que o serviço de SMS teve mesmo sucesso e sim, funionou. Tão bem que foram largas centenas de mensagens enviadas em poucas horas.

    Qaunto ao ganhar dinheiro na Internet, Paulo, acho que tens toda a razão. Toda a gente que quer ganhar dinheiro na Internet tem de pesquisar sobre o tema, acaba por ser fácil escrever sobre o assunto. Uma das regras básicas no problogging é escrever sobre assuntos que nos interessam. Nesse sentido nada mais natural do que quem qeur viver dos Blogs, faça um sobre isso. Da mesma forma que grande parte da blogoesfera fala sobre… a blogoesfera. É fácil cair no meio da multidão. Difícil é destacarmo-nos. Os primeiros, tipicamnete conseguem-no. Talvez também os segundos.

    É como os Diggs…
    somos ambos candidatos a Kevin Rose? :P

  29. 29 Paulo Querido

    Caro Yah, maus olhos o leiam. Porque acha que publicar o Diário da República e press-releases no blogue são um truque para ganhar dinheiro? Tem a certeza? Explique lá melhor aos outros leitores onde está o truque — tenho a certeza que alguns deles adorarão saber e vão passar todos a fazer o mesmo!

    Sérgio, confirmo que o serviço de SMS funcionou pois que mandei mensagens com sucesso.
    Eu não sou candidato a Kevin Rose, embora não me importasse de obter um sucesso como o Digg. Para isso, porém, era preciso ter uma ideia realmente única e um pouco de sorte. Nos projectos que vou fazendo procuro que sejam sustentáveis (e sabes que a TubarãoEsquilo já o é).
    Eu acho que quem queira ganhar dinheiro na Internet deve, em primeiro lugar, evitar cometer o erro de se tornar cliente dos tipos que apareceram a explicar como se ganha dinheiro na Internet. É elementar :)

  30. 30 Yah

    Fácil… quando mais texto/título diversos melhor. Quem vai ao Google á procura de texto sempre são mais hipoteses de cá vir cair. Mas acho que isto já voçê sabe… ou então explique-me qual o interesse em publicar o DR e press-releases “as is” num blog pessoal.

  31. 31 Paulo Querido

    Caro Yah, registo com agrado o seu primeiro comentário que nãp é de deita-abaixo mas sim um resposta. Esperava que atacasse por outro lado.
    Sendo certo, na teoria, que a respectiva publicação ajuda a “engordar” o webzine, na prática apenas contribui para manter Certamente! num bom lugar SERP quando se procura pelo Diário da República, o que interessa na medida em que mantenho o serviço de pesquisa full text na edição electrónica, actualmente com mais de um ano de arquivos (e uma base de dados volumosa, que me fará repensar este serviço dentro de uns meses…).
    O interesse: publicar o DR é um serviço que presto aos meus leitores; os press-releases fazem parte de uma experiência com vista para um eventual futuro editorial, entre outras que mantenho.
    Agora, caro Yah, faça contas. Deve saber quanto paga o AdSense. Consegue fazer um cálculo de quantos cêntimos mensais rendem as páginas com o DR e os press-releases?

  32. 32 Sérgio Rebelo

    Posso acrescentar uma coisa que o Yah deve saber e o Paulo de certeza que sabe. Quanto menos focado um blog/site for, menor será a classificação nos SERPs para o que realmente interessa e menor será o pagamento do adsense devido a uma maior dificuldade em contextualizar.

    Por isso, se fosse só para ganhar hits e clicks, julgo que publicar o DR e os Press Releases seria uma má jogada. Seria porventura mais proveitoso ter um blog só com os press releases e outro só com o díário da República e ter por trás uma estratégia de interligação entre eles.

  33. 33 Paulo Querido

    E à 34ª resposta alguém disse alguma coisa de realmente útil sobre o tema! Thanks, Sérgio ;)

  34. 34 jorge dias

    O que ainda ninguém disse claramente, embora seja esse o verdadeiro problema é que o Paulo Querido anda há séculos a fingir que anda aqui só por gosto, cheio de segredinhos de meia tigela, a fazer uma “plataforma” com meia dúzia de blogues que copiam literalmente a Wikipédia (o Diário Universal), o Diário da República (Direito e Economia e Dados Pessoais), livros vários e pouco mais para serem “sustentáveis”, ou seja para ganhar dinheiro. E depois vem armado em paladino do leitor e da ètica.

    Querer ganhar dinheiro fazendo aquilo que sabemos não tem mal nenhum. Fazê-lo tomando os outros por parvos também não. Só fica mal e descredibiliza quem o faz.

  35. 35 Paulo Querido

    Caro Jorge Dias, há muito tempo que não apareciam por cá essas alarvidades.
    1º porque é esse o “verdadeiro problema”? (sounds familiar, essa de “o verdadeiro problema não é esse, mas este”. Bem como esse traiçoeiro acento ao contrário no “é” daquilo que você não sabe o que é)
    2º mente quando diz que eu finjo andar aqui só por gosto: é público, notório e anunciado que escrevo por dinheiro e só escrevo por dinheiro. Raramente escrevi de borla, e em condições muito especiais (ou pedido de amigos, uma causa). Nunca, nem em lado nenhum, afirmei que andava aqui “só por gosto”. Não seja mentiroso — fica-lhe mal. Não atire areia para os olhos dos outros.
    3º plataforma, era o weblog. Já a vendi, remember?
    4º A cópia da Wikipedia é não apenas legal como estimulada. De qualquer forma, desafio-o encontrar as “cópias literais” no Diário Universal, cujo autor edita, mesmo que minimamente, os posts que escolhe, todos eles com algum valor acrescentado, em geral relativo a efemérides.
    Estava o Jorge Dias muito mal se tivesse de andar em cima da respeitável blogosfera a topar os posts que são meras reproduções dos jornais — esses sim, textos sujeitos a direitos de autor, ao contrário da Wikipedia, cuja reprodução é livre, gratuita e fomentada. Olhe, boa, já está armado em polícia, parta por essa blogosfera fora à procura de posts que são cópias de conteúdos com direitos! Arranje um GRANDE disco rígido e MUITO tempo.
    5º O Diário da República não é reproduzido em lado nenhum. Outra mentira sua, e uma enorme alarvidade. Recomendo-lhe, bem como aos demais leitores, que leia antes de disparatar dessa forma. E se fosse reproduzido? É um texto público, cuja difusão é do interesse de todos.
    6º Aceito discutir ética consigo: escolha o local público e sugira uma data.
    7º A forma como escolheu uns blogues e não outros é reveladora. Tomo-a como o que ela é: um ataque pessoal.

    Não lhe admito que insulte os meus leitores. E você sabe disso, pois já lhe apaguei vários comentários. Ao contrário de si, eles não são parvos.

  36. 36 cenourinha

    Bom artigo.

  37. 37 Paulo Querido

    Obrigado, Cenourinha.

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