Microsoft comprou votos a favor do OOXML na Suécia (cá nem foi preciso comprar…)
publicado 31 Agosto 2007 em tecnosfera.Sem tempo para tradução nem largura de banda para maiores cuidados, aqui ficam excertos em inglês da notícia da PC World, que tem diversos links para as fontes e para outras notícias relacionadas (um bom trabalho, indeed).
A estratégia em Portugal terá sido diferente? Penso que sim. Os portugueses é mais lentilhas.
Microsoft Employee Offered Incentives for OOXML Support
An employee at Microsoft’s Swedish subsidiary offered to pay partners to vote to approve the Office Open XML document format as an ISO standard, the company admitted Wednesday.
Microsoft Corp. admitted Wednesday that an employee at its Swedish subsidiary offered monetary compensation to partners for voting in favor of the Office Open XML document format’s approval as an ISO standard.
Microsoft said the offer, when discovered, was quickly retracted and that its Sweden managers voluntarily notified the SIS, the national standards body.
The vast majority of the companies that joined SIS at the last moment to vote in favor of Open XML, according to that report, are Microsoft certified partners.
Besides Sweden, there are unconfirmed reports of last-minute appearances by Microsoft allies to vote in favor of Open XML in countries such as Norway, Colombia, Switzerland and Portugal.
- 1 Trackback on Set 3rd, 2007 at 18:27
- 2 Pingback on Set 5th, 2007 at 13:07


O voto foi considerado nulo (ver http://www.heise.de/english/newsticker/news/95270) pelo que a Suécia deverá abster-se - já não há tempo para nova votação.
Thanks, Pedro. O voto português também devia ser considerado nulo. Não houve confissão nem ninguém assumiu nada, mas as provas circunstanciais da manipulação do sentido de voto pela Microsoft parecem-me suficientes.
Não segui de perto este problema (ia lendo algumas notícias) pelo que não sei quais os critérios para escolha de entidades para a comissão mas alguém me poderia explicar o porquê de estarem duas câmaras municipais na comissão portuguesa (e porquê aquelas duas e não outras quaisquer ou um representante de todas as câmaras)?