Contra a Bertrand
publicado 23 Setembro 2007 em compre um cérebro!.Nuno Seabra Lopes recusa comprar livros na Bertrand (link aqui, tendes de procurar o post na página). Tem razões próprias, que são as de protesto do mais pequeno pelas alegadas más práticas do maior (está envolvido no mercado).
Eu não tenho esse tipo de razões mas tenho outras. Faço coro com o protesto, que acho merecido, e informo: depois de vinte anos a comprar livros na Bertrand, que conheço desde que comecei a comprar livros aos 11 ou 12 anos, deixei de o fazer há já algum tempo.
Não é pelo preço, embora admita essa entre as razões válidas para trocar a Bertrand pela sua concorrência.
Dei por mim a sair de lojas Bertrand irritado — que é algo de que não tenho a mínima necessidade.
O ambiente das lojas Bertrand é intimidante; não me sinto confortável. Gosto de entrar numa livraria e sentir-me bem e se isso me acontece nas lojas FNAC (exemplo imediato mas não único) onde ainda por cima tenho mais oferta e mais barata, deixei de ter razões e estímulo para frequentar locais onde não se sinto, sequer, bem vindo.
Mas cada um terá as suas razões e certamente que muitos gostarão da Bertrand. Tudo bem. Eu não — e faço coro com Nuno Seabra Lopes.


Nunca gostei da Bertrand e da sua confusão. Quando fui estudar para Lisboa, a nossa livraria preferida era a do Arco-Íris (isto em 88), e a do Apollo 70.
Hoje, é a Almedina mas, vou lá raramente. É comodismo, eu sei, mas compro os livros pela net. A Fnac, a Almedina, A Coimbra, o Centro Atlântico têm excelentes serviços. E, obviamente, a Amazon.
Golfinho,
eu gosto de mexer no papel e só compro na Amazon o que não há cá. Prefiro isso do que encomendar na livraria.
Comprei há 2 anos um livro técnico por volta desta altura do ano numa Bertrand. Alguns dias depois deparo-me que afinal já havia saído uma nova edição do mesmo livro, com mais alguns capítulos e temáticas inexistente na edição que tinha adquirido.
Resolvo então enviar um email para a loja a perguntar se poderia trocar o livro, não me importando de pagar uma possível diferença de preços e pedindo que caso a resposta fosse positiva, me alertassem via email ou telemóvel da chegada da nova edição (visto que eles não tinham na loja, mas através de conversas com colegas meus, também eles tinham encomendado/reservado alguns logo que chegassem), ao que eles - Bertrand - responderam positivamente, que o fariam.
Ainda hoje estou à espera, apesar de no ano passado por volta também desta altura ter enviado um email, citando o anterior, a perguntar se o livro já teria chegado… será que deverei enviar este ano outro email, em tom irónico crescente?
Comprei quase todos os meus livros técnicos lá… tenho cartão de cliente (número que indiquei nos emails)… pelos vistos nem isso serve para ser alvo de atenção. Com estas novas práticas da Bertrand, menos vontade me dá de lá voltar a comprar.
Ola,
é possivel fazeres um post pequenino a divulgar o lançamento em lisboa do meu livro? podes usar a capa.
no meu site esta a info:
http://www.tiagonene.pt.vu
conto ctg lá tambem, claro:)
vai estar la algumas pessoas conhecidas. Aparece!
Certamente que sim, Caro Paulo! :- )
Eu trabalhava na Gomes Freire, e todos os dias ia à Almedina. Nada como ter um livro na mão, ver o conteúdo, para além do índice. O cheiro a papel novo. Continuo a ir lá, é a minha livraria preferida. Para além dos livros técnicos que necessito, que estão lá quase todos, tem secções de sobre quase todos os temas. Podemo-nos sentar e ler in loco, o que é fantástico, pasa além de que, podemos beber um café, tomar uma refeição, ir à Hipodrome no Atrium Saldanha. Prefiro-a à FNAC onde há sempre muita confusão.
Referi a Amazon, porque gosto de ler livros em Inglês, e esses saem primeiro nos States e na Inglaterra.
Poder-me-ias dar uma informação, por favor? Increvi-me na sessão da Gulbenkian, e não me responderam. É assim ou chegando lá digo só o meu nome?
Abraço.
Golfinho,
não faço a minima ideia. Penso que basta ir lá.
Danke