Mário Crespo: ecos
publicado 12 Setembro 2007 em aspas aspas.“Maior clareza é difícil. Como claríssimo fui quanto ao direito à desobediência, sobre o lugar da propriedade privada no sistema de direitos, e sobre as sementes de ódio que se procuraram lançar sobre um acto que, em qualquer outro país europeu, não daria mais do que uma notícia. E estou à vontade para o repetir as vezes que forem necessárias, sabendo que nesse grupo não há, sequer, um militante do bloco para amostra.” Miguel Portas em comentário a um post seu no seu sítio, sublinhado meu.
“Posso compreender num jornalista a reacção epidérmica a um facto que se tem de cobrir. Quando exerci a profissão, passei por essa algumas vezes. Diria mesmo mais, muitas vezes - porque um tipo não é de pau. Mas não é bom critério forçar os factos para firmar uma convicção. Nem é caso para tanto; nem, principalmente, é preciso tanto. idem, no post, que se intitula Carta aberta a Mário Crespo: não é caso para tanto.
“Mas apenas com pessoas como Louçã e Gualter, a quem é capaz de perguntar vinte vezes se condenam os acontecimentos de Silves, para logo a seguir concluir que se não condenam então apoiam.” Rick Dangerous em Spectrum (blogue que saltou hoje para o meu directório de blogues, juntamente com oLadrões de Bicicletas).


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