Luis Carmelo sobre Vasco Pulido Valente e Miguel Sousa Tavares
publicado 5 Dezembro 2007 em cócegas.A visão milimetricamente classe média (sem medo: burguesa) de Luis Carmelo a trespassar alegremente a “querela antiga” entre Miguel Sousa Tavares e Vasco Pulido Valente.
Como suspeito que a blogosfera lê pouco ou nada o Expresso online (faz mal), aqui abro os apetites:
Há sardinhas assadas e algum sorriso no olhar crítico (por vezes tão contundente quanto folgazão) de MST.
VPV não desmonta, mas escarnece. Um pouco à moda dos expressionistas que não viam, mas tinham visões. Por vezes luminosas.
Um e outro denotando problemas com os vestígios da velha ideia sacralizada de “Escritor” (”Como todos os historiadores sou um pouco escritor…”, diz VPV; os escritores acham-me um “intruso” e sou “alérgico ao espírito gregário da classe”, diz MST).
(em M. S. Tavares e V. P. Valente: uma querela antiga)
Já agora, passem os olhos por um texto meu, Hotmail não, por favor.

[ E não esqueça a sugestão da semana: Atlântico expresso, a correspondência entre dois jornalistas com um oceano pelo meio. ]


V.P.V. no Público sobre M.S.T.
“Há quem se entretenha com esta espécie de produto, mas não se trata com certeza de literatura.”