Chego à evocação do 51º aniversário de Larry Bird, o saudoso craque dos Boston Celtics, no fim de semana alucinante e paro o que estou a fazer durante 8 ou 9 minutos.
Vale a pena, mais este momento da TV Memória.
Vão lá ver os passes fabulosos de um jogador de basquetebol atípico (WASP da cabeça à alma num desporto dominado pelos negros e também um desportista íntegro e de carreira, não uma vedeta de consumo rápido).
Por falar em passes, e em Bird, é claro que pensamos logo em ‘Magic’ Johnson. Sem desprimor para Michael ‘Air’ Jordan (lá iremos um dia deste Dezembro propício a produzir pouco), provavelmente o melhor, mais completo e espectacular jogador de basquetebol de sempre, Magic encantou o mundo durante o seu curto período de esplendor. Um passe de Magic era muitas vezes um milagre. De olhos fechados, por baixo das pernas dos adversários, por detrás das costas, sentado no chão, inventou novas linhas de passe por baixo, tinha uma aparentemente inesgotável fábrica soluções para a bola. E não só para passar, para encestar também. E defendia com não nenos brilho!
Bird não lhe fica atrás em sortilégios. Na linha de Wilt Chamberlain, tornaram a NBA num fascinante espectáculo desportivo. Nunca as duas palavras casaram tão bem.
Fiquem com Johnson (nalguns fotogramas, contra Larry) e depois vejam Bird na escolha de António P.
São 8 minutos bem empregues.

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  1. 1 vd

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