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	<title>Comentários em: Media 2.0: o fosso (onde os portugueses caíram)</title>
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	<description>O amor é uma vida dentro da vida.</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 22:58:08 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Media 2.0 em Portugal? &#171; Jornalismo e Comunicação</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42407</link>
		<dc:creator>Media 2.0 em Portugal? &#171; Jornalismo e Comunicação</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 07:54:29 +0000</pubDate>
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		<description>[...] em que os portugueses caíram&#8221;, relacionado com o &#8220;media 2.o&#8221;. Já na parte dos comentários, diz Paulo Querido que &#8220;os &#8216;gestores&#8217; dos media andaram anos a lamuriar-se, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] em que os portugueses caíram&#8221;, relacionado com o &#8220;media 2.o&#8221;. Já na parte dos comentários, diz Paulo Querido que &#8220;os &#8216;gestores&#8217; dos media andaram anos a lamuriar-se, [...]</p>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42402</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 23:31:48 +0000</pubDate>
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		<description>Victor, não deixou -- mas estava por perto e aprovei de imediato.
Em todo o mundo? Não. Na península ibérica um pequeno país resiste, heroicamente, a perceber o que se passa à sua volta, incapaz de discernir onde está o valor no novo mundo digital, e deixando-se comer, literalmente, pelas Grandes Contas, que reduziu a migalhas o valor dos seus frouxos produtos online.
Mas um bando de pequenos guerreiros vai mostrar o caminho aos MSM. É uma questão de tempo -- e a maior parte dele já passou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Victor, não deixou &#8212; mas estava por perto e aprovei de imediato.<br />
Em todo o mundo? Não. Na península ibérica um pequeno país resiste, heroicamente, a perceber o que se passa à sua volta, incapaz de discernir onde está o valor no novo mundo digital, e deixando-se comer, literalmente, pelas Grandes Contas, que reduziu a migalhas o valor dos seus frouxos produtos online.<br />
Mas um bando de pequenos guerreiros vai mostrar o caminho aos MSM. É uma questão de tempo &#8212; e a maior parte dele já passou.</p>
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	<item>
		<title>Por: Victor Ferreira</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42401</link>
		<dc:creator>Victor Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 23:19:01 +0000</pubDate>
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		<description>(vamos lá ver se o akismet deixa passar dois links no mesmo comentário)

E em todo o mundo, parece que 2008 vai ser assim:

&lt;a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=24882" rel="nofollow"&gt;Publicidade online cresce 27 por cento:&lt;/a&gt; &lt;a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/media_x_publicidade/pt/desarrollo/1080700.html" rel="nofollow"&gt;TV e Imprensa vão lucrar com associação ao online&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(vamos lá ver se o akismet deixa passar dois links no mesmo comentário)</p>
<p>E em todo o mundo, parece que 2008 vai ser assim:</p>
<p><a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=24882" rel="nofollow">Publicidade online cresce 27 por cento:</a> <a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/media_x_publicidade/pt/desarrollo/1080700.html" rel="nofollow">TV e Imprensa vão lucrar com associação ao online</a></p>
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	<item>
		<title>Por: PedroF</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42398</link>
		<dc:creator>PedroF</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 18:11:53 +0000</pubDate>
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		<description>Pode ser que isto ajude ao debate:
Internet to dominate adspend growth in next 12 years (no Reino Unido...): http://www.brandrepublic.com/Digital/News/777965/Internet-dominate-adspend-growth-next-12-years/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pode ser que isto ajude ao debate:<br />
Internet to dominate adspend growth in next 12 years (no Reino Unido&#8230;): <a href="http://www.brandrepublic.com/Digital/News/777965/Internet-dominate-adspend-growth-next-12-years/" rel="nofollow">http://www.brandrepublic.com/Digital/News/777965/Internet-dominate-adspend-growth-next-12-years/</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42389</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 00:41:15 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Wilson,
se o Sapo faz 10 milhões, o dinheiro anda aí. A Cetelem e a Cofidis inundam os meios com publicidade -- o problema está em que são eles que controlam o preço. Porquê? Porque os "gestores" dos media andaram anos a lamuriar-se, "oh, mas onde está o dinheiro na Internet" em vez de trabalharem, atrasaram-se e foram comidos.
Lamentavelmente, não foram comidos pela concorrência. Foram comidos por si próprios. Agora, a Cetelem e a Cofidis controlam o investimento deles através do torniquete do preço do banner. Compro 50 milhões -- mas a cêntimos. O "gestor" acha melhor aceitar, porque safa logo ali, num quarto de hora, a pele do orçamento anual (anual!!! orçamentos para a net ao ano!! palavras para quê). De qq forma é para fechar a loja -- é o que ele pensa -- deixa cá ao menos fazer este, que é certinho. E não vai à procura nem de mais anunciantes (tem custos) nem de aumentar o preço da produção (não pode; o homem do charuto diz-lhe ogo que tem 50 milhões de pageviews ali num Hi5 qualquer e o nosso "gestor" como não se informou, sabe lá o que é um pageview no Hi5 ou quanto vale. Engole e tócándar).

Lucros, há. Não estão nos jornais. Azar, temos pena -- mas não os autoriza (ou a si) a continuarem a queixar-se. Adaptem-se ao meio.
Os custos de produção e distribuição deste meio são INCOMPARAVELMENTE MENORES aos custos de produção e distribuição do papel, tv e rádio. Isso não o ouço dizer.
Não acompanharam a evolução? Não vá na cantiga do bandido. Quem tem dinheiro compra quem sabe.

Caro Victor Ferreira,
os "gestores" e outros detentores dos antigos meios de controlo sobre a notícia e a opinião são tradicionalmente lentos. Eu entendo porquê.
No entanto, têm caído num erro. O erro da queda de qualidade.
Francamente, acho que se aplica a fábula: espremeram a galinha dos ovos de ouro, estão a apertar os últimos ovitos -- os desgraçados dos candidatos a jornalistas que penam 8 e 9 e 12 horas por dia a troco de 400 euro.

Em Espanha é &lt;a href="http://www.expansion.com/edicion/exp/empresas/medios/es/desarrollo/1080645.html" rel="nofollow"&gt;assim&lt;/a&gt;. Não me venham com a treta da dimensão do mercado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Wilson,<br />
se o Sapo faz 10 milhões, o dinheiro anda aí. A Cetelem e a Cofidis inundam os meios com publicidade &#8212; o problema está em que são eles que controlam o preço. Porquê? Porque os &#8220;gestores&#8221; dos media andaram anos a lamuriar-se, &#8220;oh, mas onde está o dinheiro na Internet&#8221; em vez de trabalharem, atrasaram-se e foram comidos.<br />
Lamentavelmente, não foram comidos pela concorrência. Foram comidos por si próprios. Agora, a Cetelem e a Cofidis controlam o investimento deles através do torniquete do preço do banner. Compro 50 milhões &#8212; mas a cêntimos. O &#8220;gestor&#8221; acha melhor aceitar, porque safa logo ali, num quarto de hora, a pele do orçamento anual (anual!!! orçamentos para a net ao ano!! palavras para quê). De qq forma é para fechar a loja &#8212; é o que ele pensa &#8212; deixa cá ao menos fazer este, que é certinho. E não vai à procura nem de mais anunciantes (tem custos) nem de aumentar o preço da produção (não pode; o homem do charuto diz-lhe ogo que tem 50 milhões de pageviews ali num Hi5 qualquer e o nosso &#8220;gestor&#8221; como não se informou, sabe lá o que é um pageview no Hi5 ou quanto vale. Engole e tócándar).</p>
<p>Lucros, há. Não estão nos jornais. Azar, temos pena &#8212; mas não os autoriza (ou a si) a continuarem a queixar-se. Adaptem-se ao meio.<br />
Os custos de produção e distribuição deste meio são INCOMPARAVELMENTE MENORES aos custos de produção e distribuição do papel, tv e rádio. Isso não o ouço dizer.<br />
Não acompanharam a evolução? Não vá na cantiga do bandido. Quem tem dinheiro compra quem sabe.</p>
<p>Caro Victor Ferreira,<br />
os &#8220;gestores&#8221; e outros detentores dos antigos meios de controlo sobre a notícia e a opinião são tradicionalmente lentos. Eu entendo porquê.<br />
No entanto, têm caído num erro. O erro da queda de qualidade.<br />
Francamente, acho que se aplica a fábula: espremeram a galinha dos ovos de ouro, estão a apertar os últimos ovitos &#8212; os desgraçados dos candidatos a jornalistas que penam 8 e 9 e 12 horas por dia a troco de 400 euro.</p>
<p>Em Espanha é <a href="http://www.expansion.com/edicion/exp/empresas/medios/es/desarrollo/1080645.html" rel="nofollow">assim</a>. Não me venham com a treta da dimensão do mercado.</p>
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	<item>
		<title>Por: Media portugueses online: fossem 2.0 ou fosso 2.0? &#171; PROMETEU</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42388</link>
		<dc:creator>Media portugueses online: fossem 2.0 ou fosso 2.0? &#171; PROMETEU</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 00:07:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Janeiro 21, 2008 &#183; No Comments  O Paulo Querido lançou a discussão. Eu e outros atirámo-nos de cabeça. Para participar, aqui  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Janeiro 21, 2008 &middot; No Comments  O Paulo Querido lançou a discussão. Eu e outros atirámo-nos de cabeça. Para participar, aqui  [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Victor Ferreira</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42387</link>
		<dc:creator>Victor Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 23:43:39 +0000</pubDate>
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		<description>Wilson:

o problema que coloca é o clássico &lt;i&gt;o ovo ou a galinha&lt;/i&gt;. Porque se não há lucro, não se investe. E se não se investe, dificilmente se geram lucros. 

Não me sinto mesmo nada habilitado a discutir esta vertente do online, mas o pouco que sei diz-me que há empresas jornalísticas em Portugal que têm visto as suas receitas publicitárias crescer mais rapidamente no online do que noutros suportes. Dir-me-á: e chega? Talvez não (ainda não)... E, de resto, como o Paulo refere implicitamente, nunca será o suficiente para os conselhos de administração deixarem de entravar os pés aos que dentro das redacções pretendem não passar ao lado das (r)evoluções em curso.

Dito isto, o Wilson faz bem e faz mal em citar a Prisa. Faz bem, porque de facto o que me tem sido dado a ver numa das empresas desse grupo em que actualmente me encontro é que aqui não há medo nem dúvidas em investir em tecnologia e recursos humanos que permitem, por exemplo, a um jornal apresentar (quase como que da noite para o dia) peças jornalísticas (e neste momento só discuto estas) em formatos muito diversificados. A redacção online funciona 24 horas por dia. Para isso é preciso gente. Que saiba o que fazer para pôr uma comunidade de leitores em acção, seja através da notícia, do comentário ou do fórum.

Por outro lado, faz mal em referir a Prisa num post que propõe para discussão o fosso em que os portugueses caíram, porque o grosso do mercado de media em Portugal pertence a outro grupo, a Controlinveste, que até tem produtos que não envergonham (seja no papel, no éter ou no cabo), mas cuja presença online é tristemente pobre. Basta olhar para as edições online do DN ou do JN... ou visitar o site da SporTV e comparar esse site com o do canal &lt;a href="http://plus.es/" rel="nofollow"&gt;Digital Plus&lt;/a&gt; (para uma comparação mais apropriada, compare o primeiro com a secção de futebol deste último).

Para concluir, volto à pescadinha de rabo na boca: a falta de um modelo de negócio é um problema que afecta muitos órgãos de comunicação social em todo o mundo. Veja-se o NYTimes (fecha conteúdo, abre conteúdo), veja-se o caso nacional do PÚBLICO (nem carne nem peixe, um híbrido entre conteúdo aberto e fechado), veja-se os meios da Impresa já aqui citados. Esse problema não se resolve com mais programadores, embora seja certo que façam falta. Esse problema ataca-se com algo que tem estado ausente - esclarecimento, garra e vontade de semear. Algo que falta tanto ao nível das empresas como ao nível das redacções (sangradas até ao tutano). De que lado está a bola: das empresas ou da comunidade (leia-se leitores - audiência - que geram lucros)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Wilson:</p>
<p>o problema que coloca é o clássico <i>o ovo ou a galinha</i>. Porque se não há lucro, não se investe. E se não se investe, dificilmente se geram lucros. </p>
<p>Não me sinto mesmo nada habilitado a discutir esta vertente do online, mas o pouco que sei diz-me que há empresas jornalísticas em Portugal que têm visto as suas receitas publicitárias crescer mais rapidamente no online do que noutros suportes. Dir-me-á: e chega? Talvez não (ainda não)&#8230; E, de resto, como o Paulo refere implicitamente, nunca será o suficiente para os conselhos de administração deixarem de entravar os pés aos que dentro das redacções pretendem não passar ao lado das (r)evoluções em curso.</p>
<p>Dito isto, o Wilson faz bem e faz mal em citar a Prisa. Faz bem, porque de facto o que me tem sido dado a ver numa das empresas desse grupo em que actualmente me encontro é que aqui não há medo nem dúvidas em investir em tecnologia e recursos humanos que permitem, por exemplo, a um jornal apresentar (quase como que da noite para o dia) peças jornalísticas (e neste momento só discuto estas) em formatos muito diversificados. A redacção online funciona 24 horas por dia. Para isso é preciso gente. Que saiba o que fazer para pôr uma comunidade de leitores em acção, seja através da notícia, do comentário ou do fórum.</p>
<p>Por outro lado, faz mal em referir a Prisa num post que propõe para discussão o fosso em que os portugueses caíram, porque o grosso do mercado de media em Portugal pertence a outro grupo, a Controlinveste, que até tem produtos que não envergonham (seja no papel, no éter ou no cabo), mas cuja presença online é tristemente pobre. Basta olhar para as edições online do DN ou do JN&#8230; ou visitar o site da SporTV e comparar esse site com o do canal <a href="http://plus.es/" rel="nofollow">Digital Plus</a> (para uma comparação mais apropriada, compare o primeiro com a secção de futebol deste último).</p>
<p>Para concluir, volto à pescadinha de rabo na boca: a falta de um modelo de negócio é um problema que afecta muitos órgãos de comunicação social em todo o mundo. Veja-se o NYTimes (fecha conteúdo, abre conteúdo), veja-se o caso nacional do PÚBLICO (nem carne nem peixe, um híbrido entre conteúdo aberto e fechado), veja-se os meios da Impresa já aqui citados. Esse problema não se resolve com mais programadores, embora seja certo que façam falta. Esse problema ataca-se com algo que tem estado ausente - esclarecimento, garra e vontade de semear. Algo que falta tanto ao nível das empresas como ao nível das redacções (sangradas até ao tutano). De que lado está a bola: das empresas ou da comunidade (leia-se leitores - audiência - que geram lucros)?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Wilson</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42384</link>
		<dc:creator>Wilson</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 22:07:07 +0000</pubDate>
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		<description>E o outro lado, o lado dos lucros online? Como se sabe a taxa de lares ligadas à internet não é assim tão elevada em Portugal! 

Quer me parece com a compra da Media Capital pela Prisa, que se o online desse € esses senhores já tinham recambiado para cá uns programadores...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E o outro lado, o lado dos lucros online? Como se sabe a taxa de lares ligadas à internet não é assim tão elevada em Portugal! </p>
<p>Quer me parece com a compra da Media Capital pela Prisa, que se o online desse € esses senhores já tinham recambiado para cá uns programadores&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BL</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42374</link>
		<dc:creator>BL</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 10:35:43 +0000</pubDate>
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		<description>Adenda: A SIC tem blogs, mas sem feed rss</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adenda: A SIC tem blogs, mas sem feed rss</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: BL</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42372</link>
		<dc:creator>BL</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 10:27:52 +0000</pubDate>
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		<description>Gosto de ver o Balsemão a aparecer no telemóvel na SIC a falar do futuro e tal e depois vai-se ao site da sic e conteúdos onde estão eles? Têm 2 podcasts, não percebo como (quase-)todos os programas da SicN não estão disponíveis podcast ou streaming. Nisso creio que a RTP está muiiiiito mais à frente.

De positivo posso dizer que os vídeos das notícias estão disponíveis, embora me seja difícil encontra "o" vídeo na notícia específica e a existência (recente?) de Blogs.

Sobre a TVI nem um comentário merece o site ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto de ver o Balsemão a aparecer no telemóvel na SIC a falar do futuro e tal e depois vai-se ao site da sic e conteúdos onde estão eles? Têm 2 podcasts, não percebo como (quase-)todos os programas da SicN não estão disponíveis podcast ou streaming. Nisso creio que a RTP está muiiiiito mais à frente.</p>
<p>De positivo posso dizer que os vídeos das notícias estão disponíveis, embora me seja difícil encontra &#8220;o&#8221; vídeo na notícia específica e a existência (recente?) de Blogs.</p>
<p>Sobre a TVI nem um comentário merece o site &#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42362</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 15:34:39 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Victor, mande sempre. E leia porque a si dar-lhe-á muito jeito. Aproveito para dar os parabéns pelo seu estágio no El País, já tive a oportunidade lá ler parte do seu trabalho. Bem como no seu blogue.

Só um reparo, pois não me devo ter feito entender. A minha referência aos estudiosos aqui é elogiosa e não crítica, eu quis referir-me -- e como não ficou bem implícito fica aqui explícito -- aos universitários, professores e estudantes, que têm produzido prosa e pensamento sobre os acontecimentos que afectam as redacções e o exercício do jornalismo.
Pessoas como o Manuel Pinho, o Fernando Zamith, o Luís Santos, para citar três nomes dos mais antigos na blogosfera.
Estes estudiosos não se cansaram de mostrar o caminho. Infelizmente, não têm o impacto que merecem na evolução do sector que estudam. Os decisores têm-se rodeado de maus conselheiros e escutado as sereias.
Curiosamente, alguns dos esclarecidos e informados trabalham no aparelho dos jornais, como é o caso do António Granado no Público.
A este núcleo mais antigo tem-se juntado um grupo muito importante de gente mais nova, como você, que está um passo à frente, ou por outra, que quer dar o passo no sentido do futuro, tendo objectivos que não passam pela vida académica.
O Granado rema contra a maré, como outros editores dos onlines. Sem decisões de rumo de quem manda (leia-se: dos proprietários e seus representantes nos CA), os nossos meios online definham e não há voluntarismo que os safe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Victor, mande sempre. E leia porque a si dar-lhe-á muito jeito. Aproveito para dar os parabéns pelo seu estágio no El País, já tive a oportunidade lá ler parte do seu trabalho. Bem como no seu blogue.</p>
<p>Só um reparo, pois não me devo ter feito entender. A minha referência aos estudiosos aqui é elogiosa e não crítica, eu quis referir-me &#8212; e como não ficou bem implícito fica aqui explícito &#8212; aos universitários, professores e estudantes, que têm produzido prosa e pensamento sobre os acontecimentos que afectam as redacções e o exercício do jornalismo.<br />
Pessoas como o Manuel Pinho, o Fernando Zamith, o Luís Santos, para citar três nomes dos mais antigos na blogosfera.<br />
Estes estudiosos não se cansaram de mostrar o caminho. Infelizmente, não têm o impacto que merecem na evolução do sector que estudam. Os decisores têm-se rodeado de maus conselheiros e escutado as sereias.<br />
Curiosamente, alguns dos esclarecidos e informados trabalham no aparelho dos jornais, como é o caso do António Granado no Público.<br />
A este núcleo mais antigo tem-se juntado um grupo muito importante de gente mais nova, como você, que está um passo à frente, ou por outra, que quer dar o passo no sentido do futuro, tendo objectivos que não passam pela vida académica.<br />
O Granado rema contra a maré, como outros editores dos onlines. Sem decisões de rumo de quem manda (leia-se: dos proprietários e seus representantes nos CA), os nossos meios online definham e não há voluntarismo que os safe.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Caetano</title>
		<link>http://pauloquerido.net/2008/01/media-20-o-fosso-onde-os-portugueses-cairam#comment-42361</link>
		<dc:creator>Miguel Caetano</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 15:34:05 +0000</pubDate>
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		<description>Victor: 

a aversão ao risco é um mal nacional, está enraizada em todos nós, portugueses: estagiários, profissionais de carreira, direcções, professores, investigadores, administrações, investidores. E isto não se passa só na indústria dos media...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Victor: </p>
<p>a aversão ao risco é um mal nacional, está enraizada em todos nós, portugueses: estagiários, profissionais de carreira, direcções, professores, investigadores, administrações, investidores. E isto não se passa só na indústria dos media&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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