Os blogues estão muito à frente da Imprensa
Quem o disse foi Miguel Esteves Cardoso. Os blogues estão muito à frente da Imprensa. Até na ética. A melhor coisa que aconteceu em Portugal. E mais umas coisinhas, escutem:
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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou jornalista free lance, escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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É bom saber que alguém em Portugal tem os olhos e os ouvidos abertos, e não tem medo de fazer afirmações contra a corrente! Ainda não somos todos carneiros/Velhos do Restelo, graças à Santa Inteligência…
Caro Paulo, isto é de algum programa de rádio? Gostaria de ouvir a entrevista completa. Este MEC é um senhor.
Pela voz do entrevistador, pareceu-me o Carlos Vaz Marques do Pessoal e Transmissível (TSF).
Exacto. Aí está:
http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=917512&audio_id=1022971
2008-10-06 Miguel Esteves Cardoso
Bem-Haja a Esse Senhor!
Nem a propósito, disso que o MEC diz.
Aqui vai o meu Post de Ontem!
……..
Na sua coluna de página y mais páginas de um jornal que não me lembro o nome, Paulo Teixeira Pinto deixava lá uma mancha de tinta que prospectivava de Poesia. POESIA!? Isso. Quando no Verão de 2005 foi alertado para o facto de o Responsável do Departamento da Imagem Institucional do millennium bcp - o João Miranda (ao ter sido colocado ao corrente - em detalhe (!) - sobre o Roubo e Vandalização de um Projecto de Divulgação e Promoção da Língua Portuguesa e seus Poetas pela Delta-Cafés; empresa a quem o millennium bcp, agora pagava para ver as suas felicitações de Natal aos portugueses impressas nos Pacotes de Açúcar) - ter igualmente socorrido-se da mesma TRAMOIA para propor a campanha de Promoçãoda Fundação millennium bcp no Diário de Notícias y, assim, levar a imagem da Fundação mbcp e o seu papel de Mecenato-Cultural ao conhecimento do Cidadão Comum. Pois. Foi um enorme SILÊNCIO. Um Silêncio grosseiro, abjecto; um silêncio de Traste, de Pulha, de Cobarde; um silêncio de homem sem Eles em nenhum sítio, sem sequer saber o que isso era - o sítio onde eles devem estar e permanecer, quando a hombridade, a verticalidade, a autenticidade é a única coisa que está para pôr na arena; ali, essa arena onde o combate apenas deve usar a arma da verdade. POETA!? Ser-se poeta não é uma coisa que se compre como um curso. Pode lançar, mancha de texto atrás de mancha de texto; palavras alinhadas em filas de versos. Pode até, nem duvido, ter leitores-compradores, declamadores por encomenda de palavras que das suas bocas sairão nuas y aputanhadas. Paulo Teixeira Pinto ocultou um ROUBO à Língua Portuguesa, à Poesia e seus Poetas, para - à custa deles - também trazer proveitos para o seu Banco. Agora Transfigura-se em POETA!? Como pode tal Canalha querer ser o que nem sequer parece ser.
Quinta-feira é lançado mais um objecto-livro-abjecto que se faz passar por poesia. com a singela assinatura Paulo teeixeira Pinto.
F-se! Paulo Teixeira Pinto: nem poeta; nem De Puta Madre! F-se! A Verdade Não Prescreve!
PS.1: Esta éstoria não me foi contada. Eu vivi-A!
PS.2: Desavergonhice é um conceito do Thomas Bernhard, PTP é um exemplo dele, aplaudido por uma Sociedade Cívil temente y demente na veneração ao abjecto.
PS.3: Tentei, tentei, tentei … contactar a comunicação Social, inclusive o Diário de Notícias todos se curvaram à desavergonhice. A desavergonhice Manda y é a enorme Rainha, a donzela de estimação.