Como se assiste, o 11 de Setembro foi em vão

Como se assiste, o 11 de Setembro foi em vão. Para quê imolarem-se num altar de fogo, quando podem sentar-se e assistir de poltrona à confusão completa?
O verdadeiro terrorismo, vamos agora vê-lo e senti-lo.

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9 opiniões no artigo “Como se assiste, o 11 de Setembro foi em vão”

    1 ricardo nunes em 11 Jun 08 14:34

    Acho que o Paulo ainda não percebeu que o 11 Set 2001 foi mesmo para isto, ou ainda acredita na fantasiosa versão oficial?
    Sabe que existe terrorismo de estado, nomeadamente na Europa e através da NATO, de certeza que já ouviu falar na Operação Gladio.

    se me permite aconselho a leitura das últimas investigações levadas a cabo por diversos físicos, pilotos, ex-agentes do FBI e CIA, etc.

    Estão compiladas neste livro escrito de propósito para os media/jornalistas:

    9/11 Contradictions
    An Open Letter to Congress and the Press
    David Ray Griffin
    http://www.interlinkbooks.com/product_info.php?products_id=1836&osCsid=b10f67e9e5e6b1f7acac8409a2cf218f

    Para não me alongar mais sobre o assunto, aqui fica o que já escrevi sobre o papel dos media e as últimas investigações que têm existido nos EUA:
    http://ovigia.wordpress.com/2008/05/04/resposta-a-artigo-do-jornal-24horas/

    2 Paulo Querido em 11 Jun 08 15:47

    Caro Ricardo Nunes, pode ter a certeza que não acredito é na sua divertida leitura fantasiosa ;)

    3 ricardo nunes em 11 Jun 08 17:51

    Caro Paulo, é sem dúvida um argumento brilhante o seu, sem ler o livro, ou livros e sem ler ou escutar o que diversos especialistas das áreas dizem e escrevem, afirma logo que é fantasia.

    Pois bem, o professor Steven Jones apresentou e foi aceite, um “paper”, no “The Open Civil Engineering Journal” para ser discutido e analizado pelos seus pares, sobre as conclusões a que chegou relativamente às quedas das três torres, WTC1/2 e WTC7, uma das conclusões é que foram encontrados vestígios de Thermate, uma substância usada em demolições controladas, sendo que esta substância é das mais avançadas e só estava disponível nos meios militares de laboratórios norte-americanos.

    Mais uma vez e se me permite, recomendo a leitura do documento, não perderá assimtanto tempo na sua vida, são apenas 6 páginas.

    http://www.bentham-open.org/pages/content.php?TOCIEJ/2008/00000002/00000001/35TOCIEJ.SGM

    Quanto ao terrorismo de estado, nomeadamente da NATO, durante a guerra fria, é só ler o livro de “Daniele Ganser, one of the major researchers on the field”.

    Presumo que acredite em “Prime minister Giulio Andreotti (member of the Christian Democracy, DC) publicly recognized the existence of Gladio on October 24, 1990. Andreotti spoke of a “structure of information, response and safeguard”, with arms caches and reserve officers. He gave to the Commissione Stragi, the parliamentary commission led by senator Giovanni Pellegrino in charge of investigations on bombings committed during the years of lead in Italy, a list of 622 civilians who according to him were part of Gladio.”

    cumprimentos,

    rjnunes

    4 Paulo Querido em 11 Jun 08 22:58

    Caro Ricardo Nunes, penso que não me percebeu. Eu repito, soletrando: po-de ter a cer-te-za que não a-cre-di-to é na sua di-ver-ti-da lei-tu-ra fan-ta-si-o-sa.

    Vou ser generoso consigo e facilitar-lhe a sua difícil interpretação das minhas palavras: eu NÃO DISSE que não acreditava noutra coisa que não na sua divertida leitura fantasiosa.

    Gostava de o aceitar, é sempre bom, mas reconheço que o seu elogio é, porventura, um pouco deslocado uma vez que eu não usei argumento algum, pelo que não posso ter sido brilhante. Não afirmei que nada do que escreveram especialistas das áreas é fantasia.

    Obrigado pelas sugestões de leitura. Será sem esforço que me manterei na alegre ignorância em relação a tão importantes sujeitos: a cada um a sua fantasia.

    Está a ver, eu gosto de fantasiar que vivo num mundo sem fantasistas de bilderberg.

    5 ricardo nunes em 13 Jun 08 18:42

    agora percebo porque o jornalismo um pouco por todo o mundo, inclusive no nosso Portugal, é tão fraco e péssimo.

    sempre pensei que um jornalista fosse um pouco como um cientista, que gosta de pesquisar, de averiguar se existe algo com o qual não estaria à espera, que gosta de ouvir ambas as partes e deixar aos seus leitores as conclusões, que gosta do contraditório.

    infelizmente quem vive na utopia sou eu, tem razão, mas é na utopia de pensar que ainda existia impresnsa livre e jornalistas de qualidade, como um John Pilger, por exemplo.

    cumps,

    rjnunes

    6 Paulo Querido em 13 Jun 08 19:07

    Caro Ricardo Nunes, ao longo desta conversa limitei-me a — o mais educadamente que fui capaz — dizer-lhe que não partilho da sua leitura.
    As suas respostas são suficientemente esclarecedoras para qualquer leitor que por aaqui passe das minhas razões para recusar a sua forma de ver o mundo: você não aceita a diferença.

    A sua arrogância fica patente na forma como tenta armar em vítima magoada e ofendida do jornalista que não se entusiasmou com a sua visão do mundo.
    Você considera-se a centro do universo conhecido e por isso viu na minha recusa em partilhar da sua visão uma prova do que você — que vive contra o mundo — quis ver. Não uma prova do que eu sou, penso, faço.

    Não me cobre o que não pode pagar. Você não pode pagar a factura do contraditório. Você não aceitou o contraditório: insultou-o.

    Além disso, eu já paguei o contraditório: o senhor é que é cego, ou não vê os seus links? Não vê que aceitei que expusesse as suas posições? Dei-lhe resposta e tudo — uma resposta onde indicava claramente que desdenho delas.

    Não lhe ocorreu por um instante que eu tenha lido antes os documentos que linkou e outros. Foi incapaz de aceitar a minha recusa para o diálogo consigo nos seus termos e projecta em mim a sua própria ignorância: não lhe passa pela cabeça aceitar que eu tenha razões para recusar o debate e ainda menos aceitará que a mais forte dessas razões seja eu já ter debatido o suficiente essa visão dos acontecimentos para querer repetir a dose — para mais com uma pessoa que me irrompe pelo blogue com mais vontade de impor dogmas do que discutir lealmente.

    Não, caro Ricardo Nunes. O senhor é que ainda não percebeu que a vontade dos outros é para ser respeitada.

    7 Paulo Querido em 13 Jun 08 19:14

    Da Imprensa livre, não me compete a mim falar. Fale você, já que está interessado,

    Mas este blogue é livre. Livre para eu dizer o que quero e penso. Livre, como eu, para não aceitar legitimações pelo choradinho do minoritário alternativo.

    Quanto à qualidade, é a qualidade que eu — e os comentadores — formos capazes de lhe dar.

    8 ricardo nunes em 13 Jun 08 19:29

    caro paulo,

    eu não tento vender a ninguém nenhuma das causas em que acredito, se como escreveu à pouco já leu os documentos e já escreveu ou debateu estes assuntos, teria sido muito simples indicar-me o local onde os posso encontrar, para tentar perceber a sua opinião.
    Apenas isso, apenas tentei perceber porque nem sequer tentou contrariar o que eu afirmei.
    Era simples não era?

    Eu respeito a vontade dos outros, só não tenho é de aceitar pseudo-verdades per si, sem sequer me questionar se são ou não assim como nos é dito.

    Realmente é muito chato para alguns pensar-mos pela própria cabeça.

    Se a imprensa é tão livre como supostamente afirma porque será que 90% dos assuntos realmente importantes como por exemplo o uso de munições de urânio empobrecido estão a causar um autêntico desastre no Iraque, Afeganistão e até na própria Europa?

    cumprimentos,

    RJNunes

    9 Paulo Querido em 13 Jun 08 19:48

    Não é minha intenção rebater ou contrariar as suas afirmações sobre o que realmente aconteceu no 11 de Setembro.
    Você quer conversa: eu disse que da imprensa ser livre, não me compete a mim falar. Não afirmei se era ou não era livre — nem vou fazê-lo, porque o senhor verá aí apena pretexto para se ouvir a si próprio e às suas questões e a mim não me apetece.

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