A blogosfera é curiosa
A blogosfera é curiosa. Tem pessoas que gostariam imenso de ser outra coisa. Mas não conseguem. O mais que conseguem é disfarçar o seu gigantesco mal estar — na maioria das vezes provocado exclusivamente por uma irracional inveja da notoriedade alheia, como se a notoriedade fosse um valor em si mesma. O disfarce, porém, é tão frágil quanto pequena a formação moral e intelectual. E a capacidade.
A blogosfera é curiosa — e perigosa. A sua democraticidade parece que deixa no mesmo patamar os que são e os que gostavam de ser. Há sempre aquele momento em que o leitor avisado chega e, não conhecendo os sinais, confunde o disfarce com a pessoa.
Mas os carnavais têm, felizmente, curta duração. Três dias por ano — não se pode dizer que seja insuportável.
As pessoas não são o que dizem ser ou o que escrevem: as pessoas são o que fazem. Basta então olhar por cima do vapor para separar quem é de quem gostaria de ser. Quem faz de quem basofa. Quem sabe de quem pretende. Quem se arrisca de quem se protege. Quem vive de quem finge.
Para alguns, a blogosfera tornou-se um alcool sem regresso. A liberdade para disfarçar, para revestir o seu vazio exterior com um personagem de template, turva-lhes o fraco raciocínio. Trocam definitivamente o mundo onde não conseguem ser pelo mundo onde ao menos lhes é permitido parecer.
E quem lhes pode levar a mal por isso?
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Mas certamente que sim! é uma publicação de Paulo Querido, jornalista freelancer que publica livros, artigos e também algum código sobre a net e na net. Desde 1989. (
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Sem dúvida alguma…
Belo texto , Paulo Querido.
Obrigados, CJT e António. É uma mera reflexão — aquelas frases que nos ocorrem escrever e depois se convertem em post com meia dúzia de parágrafos.
Isso faz-me lembrar um dos meus post’s de ódio do meu blog mas com mais suavidade na escrita.
Rui
Rui, acredito que sim — mas este não é um post dirigido a ninguém em particular. É uma reflexão a propósito de 2 ou 3 pessoas, sim, mas não é dirigido. A vida é assim mesmo, uns já trazem as features de origem, outros deixam-se kitar — e há por aí tanto toyota corolla original. Temos de saber viver com os extras à altura dos quais sejamos capazes de estar.
Até diria que é um fenómeno transversal à internet. Não são só os blogs. Basta ver da popularidade de IRCs, IMs, MMORPGs (estes pagos, donde sobressai o World of Warcraft) ou mais recentemente o Second Life (que não é muito mais do que a “tridimensionalização” de os vários tipos de chats, plataformas de elearning. Talvez não se atinja notoriedade exterior a esses “mundos”, mas o objectivo é o mesmo e o nome encontrado para o ‘Second Life’ resume isso na perfeição.
Paulo Querido tem toda a razao, a blogosfera, ou melhor, a internet, é tal como tinha referenciado mas de uma outra prespectiva “uma vida dentro da vida”. As pessoas neste mundo transfiguram-se, tal como quando vao a conduzir e nao respeitam os peoes na passadeiro, só porque vão dentro de uma “cafeteira”, entenda-se carro
http://www.codificacoes.pt.vu
A Internet (e não só os blogues) são o refugio para alguns falhados!
St3ve,
Transfiguram-se, ou deixam escapar o que há de “melhor” nelas, mostrando o que sempre foram.
andre,
A Internet é o refugio de pessoas muito boas e pessoas muito más. Ainda não encontrei o meio-termo.
Mais um texto fabuloso! Daqueles que se tornam um “alcoól”. Mas Certamente que sim!
Explico:
Sou acabada de aterrar nesta terra, a Blogoesfera.
Para abreviar- e brincando um pouco com o seu título - direi que poderei ser apelidada de “A curiosa da Blogoesfera”.
De facto, não tenho, nem sei fazer blogues; também não sei se algum dia quererei dedicar-me a criar algum.
Para já vou navegando por mares de águas ora turvas , ora agitadas, ora calmas, ora agitadas.
No seu Certamente que sim! tenho encontrado rigor, profissionalismo e muito arrojo. Compreendo que reflicta sobre motivações tão díspares das suas.
Mas Certamente que sim! Existem e acontecem em qualquer “microesfera” humana; não será esse um perigo da Vida, de ter uma vida(ou mais..digo eu)dentro da vida?!
Mas Certamente que sim!A Blogoesfera é curiosa, é curiosa - e perigosa.
Mas Certamente que sim! a Blogoesfera é também espantosa pela criaçao de tantas personagens que através dela e nela “CONFABULAM” múltiplas estórias e outras tantas leituras de um mesmo conjunto de palavras justaPOSTas!!
Só mais uma coisa.
Jamais teríamos comunicado sem esta Curiosa entre nós, que se assume na volatilidade / transformação /aprendizagem que induz (ou não) potenciadpra da Existência individual e colectiva.
Mas Certamente que sim! perceberá algum lirismo em mim e não o levará a mal!
queria dizer: ora turvas, ora cristalinas
[...] O Paulo Querido publicou um post com o título acima. Escreveu simplesmente aquilo que muitos de nós pensamos de cada vez que olhamos para o monitor e, embora ele esclareça numa das respostas a comentários que o post não é dirigido a ninguém em particular, acaba confessando que se trata de uma reflexão acerca de duas ou três pessoas, neste contexto. [...]
escorregadio, perigoso:
“Tem pessoas que gostariam imenso de ser outra coisa. Mas não conseguem.”, sim, o mundo está cheio disso, não é só por aqui. A “realização pessoal” é mesmo um mito sociologica e historicmente bem situado … So what?
“O mais que conseguem é disfarçar o seu gigantesco mal estar — na maioria das vezes provocado exclusivamente por uma irracional inveja da notoriedade alheia, como se a notoriedade fosse um valor em si mesma.”- sim, mas esse é o argumento sempre manejado quando se critica alguém com “nome”. Como comprovar isto - o PQ batia imenso no JPP (inveja!), o Arrastão bate no JPP (hoje) (inveja!!), etc [adenda, para não ser mal interpretado: à sua pequena escala, o jpt passa-se absolutamente dos carretos com o João Miranda (inveja!!)]. Quem delimita o que é a notoriedade suficiente para não ser atingido por esta crítica? quem falsifica isto …?
“O disfarce, porém, é tão frágil quanto pequena a formação moral e intelectual. E a capacidade.” - alguém de tecla frágil é moralmente frágil? Alguém de tecla frágil não pode criticar o ministro isto, o locutor aquilo, o vizinho próprio ou d’outrém?
Mas muito mais do que isso, ou seja notando e retirando o essencialismo à “blogosfera” que aqui escoa (a “politiquesa”): Eu que tiro mal fotografias não posso por meter fotos? A minha frágil capacidade fotográfica apouca a minha moral, a minha pertinência? (é óbvia a talvez arrogância, que auto-classifica ñão tão má a minha verve, autosubentendendo que aí poderei deixar-me ser decente - e quem não concorda com isso?? vai dizer que eu sou escroque, frustrado, um prisioneiro de sonhos desfeitos?
“As pessoas não são o que dizem ser ou o que escrevem: as pessoas são o que fazem.” - oops, madame bovary, perdão, o ma-schamba sou eu. Ou o meu blog vale por aquilo que eu faço lá fora? Blogar não é fazer? Ó PQ…. (mais uma vez, prisioneiro de uma blogosfera politiquesa como se essa é que é…)
“Basta então olhar por cima do vapor para separar quem é de quem gostaria de ser. Quem faz de quem basofa. Quem sabe de quem pretende. Quem se arrisca de quem se protege. Quem vive de quem finge.” - chiça; a. não é que eu discorde, mas parece o sô padre…; b. quantas vezes ouvi coisas assim pró “get a life e deixa-te de blogs”. Um blog é mesmo para muitos dos que gostariam de ser um meio de o tentar ser, de o ser, de arriscar - e não falo dos melhores (mais uma vez, saltemos fora do supra-lido blog que fala do governo X ou do obama Y - já agora, o que é que leva um maluco a fechar-se em casa a escrever minuciosamente sobre as eleições americanas, não há milhares de sites americanos a dar os resultados? -. Vamos para os blogs poéticos, de crónicas, de ficção, de erotismo soft - a maioria são muito pró-fraquinho, o talento não abunda - não são pessoas a fazer, a arriscar, a tentar? a ser. O mal, repito, parece estar também no esquecer que essa é a “blogsofera” - a tal entidade metafísica não apreensível …
“Trocam definitivamente o mundo onde não conseguem ser pelo mundo onde ao menos lhes é permitido parecer.” - sim, mas não serão muitos desses os melhores bloguistas? Calorosíssimas senhores, chiquérrimas e atrevidas não serão ao vivo uns camafeus? heróis de aventuras cronicadas uns gagos coxos? etc
não é vontade de discordar, um gajo irrita-se com muita coisas que vai vendo. Mas parece-me que assim um tipo irritado armadilha-se. e que este texto é uma armadilha
jpt,
este texto não foi pensado como uma armadilha. Resulta de uma irritação, é certo, embora já mitigada pelo tempo que deixei intermediar — ando menos reactivo, o que é bom para os meus leitores, familiares e amigos (e para mim também, devo dizer).
Mas ao contrário do que pensa a irritação não veio desses lados. Veio de outros.
Posto isto,
nem falo da notoriedade, da qual sempre fugi, JPP já não tem nada que eu possa invejar — eu batia-lhe por desinteresse, deixei de lhe bater por interesse, abro excepções quando entendo que a coisa foi longe demais, como naquela estupidez do patinho feio da blogosofera.
O João Miranda tem uma coisa que — não sei se é o seu caso — eu invejo. Tem tempo.
Quem delimita é cada leitor. Eu sei o que escrevi e sei posicionar-me em relação à reflexão a que chamou crítica (não tem essa veleidade ou pretensão).
Admito que possa escorrer a blogosfera politiquesa, podia ter sido essa o motivo, mas não foi. Clamo inocência, desta vez.
Eu, que não sou politólogo, não posso escrever aqui o que penso sobre política? É claro que posso — os leitores farão o favor de me ler de uma forma diferente da quem empregam para ler um politólogo. Não engano ninguém. Uma má foto também não.
O seu blogue vale por aquilo que faz lá fora se isso for relevante. Pode não ser, claro. No meu caso é e no caso das pessoas que estão, lá ao longe, na origem desta reflexão, também é. O meu blogue vale por aquilo que eu faço — esta é a minha vida há uns anos valentes, escrever sobre TIC media, participar activamente de TIC e media. Daí, em grande parte, o seu desentendimento deste post.
Isto às tantas um gajo que escreva uma frase mais consistente é apodado de padre, LOL. Que coisa!
É certo que alguns dos lunáticos serão os melhores bloguistas porque a dedicação compensa (eu ia escrever a paixão, como e comum, mas é também mentira, a paixão não compensa, podem compensar as octanas de dedicação que consigamos retirar dessa gasolina). Isso não retira um grama de verdade à afirmação, que descreve piedosamente uma quantidade indeterminada de maus ficcionistas de si próprios, que nem sequer nos conseguem distrair com o seu talento para contar histórias, ou com personagens interessantes.
Repetindo, para que possa perder menos tempo com fantasmas se decidir pela tréplica, eu não me atirava aqui à politiquesa. Podia, com o mesmo tom (embora não com as mesmas frases — ) mas não foi o caso desta vez.
(e sobre coragem aplicada aos bloggers, pense em si e nos riscos aventurosos que tem corrido, sobretudo os dois últimos. Coragem de mudar mesmo quando temos dúvidas — com certezas não há coragem. A estabilidade formal e funcional da esmagadora maioria dos blogues com 5, 4 e 3 anos é eloquente.)
O que apontou à blogosfera, pode ser apontado a imensos outros “lugares” da internet. O primeiro mundo virtual que conheci bem foi o IRC (chat)e a partir desse exemplo, deu para perceber que na internet, enquanto comunidade virtual, as pessoas tendem a comportar-se com menor auto-censura, é um “cair da máscara”. No mundo virtual, há também algo que inflama e provoca reacções mais fortes do que é comum: os sentimentos, as emoções, os actos, ficam amplificados. Recordo-me de observar adultos mentalmente saudáveis e maduros comportarem-se no IRC como crianças birrentas. Na blogosfera, tenho notado sobretudo dois tipos de atitude: pessoas querendo parecer muito inteligentes e importantes, por um lado; e por outro, os trolls. Num caso e noutro felizmente são minorias. No entanto, a blogosfera em todo o seu conjunto deixa transparecer muito do que é a mentalidade do português que usa a internet e escreve blogs. Particularmente acho giro o desejo de algumas pessoas por fama ou poder e a forma quase ingénua como o deixam transparecer no blog que escrevem. Muitas vezes a blogosfera serve como passarelle de egos e vaidades. Pessoalmente, não sei o que me faz escrever. Prazer em dar barraca, talvez. Abraço.
“este texto não foi pensado como uma armadilha.” - não, claro que não. Expliquei-me mal, o que quero dizer é que me pareceu que o texto é uma armadilha, uma auto-armadilha. Concordo numa primeira leitura, no raisparta. Mas depois … discordo, daí a armadilha
“ando menos reactivo, o que é bom para os meus leitores, familiares e amigos” - mande lá o abc disso a ver se aprendo…
Alto lá, eu não disse que o PQ inveja o JPP ou que o Arrastão inveja o JPP (nem que eu invejo o JM) - era o que faltava a deselegância. O que quis dizer foi que o argumento da inveja da notoriedade alheia pode conduzir a este tipo de raciocínio (vago, infalsificável): se eu critico alguém é porque o invejo, se alguém critica alguém é porque o invejam. Claro que há inveja (a qual, em si, também não é nada dramática) - haverá exemplo mais patético, e de maior pobreza de espírito, do que o pulido valente e a cunha e sá fazerem um blog até ao dia em que ultrapassaram o sitemeter do abrupto? haverá maior sinal de pobreza geral de espírito do que o que o comum do bloguismo português politizado acolheu tamanho atestado de auto-parvoíce? (então o gajo, até de idade, sai de casa só para mostrar que tem uma pilinha maior do que a do vizinho? então a rapaziada vai ver a dita e aplaude?)
[já agora, fui aí no natal e percebi que o DO tem audiência, presença nos media e isso - sem acinte, o homem é o cúmulo do irracionalismo histriónico, um vácuo [é a minha opinião, claro, mas há algo mais do que a opinião?], uma demagogia sem piada - acha que não invejo o taco? claro que sim, lamento o país que tem nacos de gente que segue esta tralha, mas não me importava que me pagassem uns cobres para dizer umas merdas assim (ou um pouco mais reflectidas). Isto é inveja? É. FAz mal? Não, houvesse mais inveja destas e as júlias pinheiros (eu sou do tempo da má-língua) os zinks e os oliveiras tinham menos patós a ouvi-los. Ou, por outra, menos anunciantes a pagarem-nos. Sou um frustrado por isto (sê-lo-ei mas não por isto), só tenho pena dos patrícios darem ouvidos a tais tralhas infanto-senis. Ou seja, a inveja não é assim tão má, andamos enganados, ela é um instrumento de reflexão (também)
do resto, concordo, concordo, há muita taralhouquice. repito, só me pareceu haver muitos alçapões na argumentação
E, já agora, o que digo é que fazer um blog é fazer.
abraço
Por falar em politiquesa e em coragem bloguística: eu aí tenho galões - numa alvorada de sábado acabei a noite a blogar (oops) dizendo mais ou menos que todos (aka Todos) os bloguistas portugueses politicamente opinativos que olharam para o lado quando o carmona rodrigues afirmou que pagaria uma consultoria aos do manuel monteiro para os apoiarem nas eleições poderiam ir (já não me lembro se para a mãe de mau porte ou para a sodomia passiva). REpito o que disse, nunca aí chegaram tão baixo, nunca tanto sitemeter passou ao lado.
O que acho piada é que a rapaziada continua a falar de política - invejo-lhes (lá está) a falta de espelho em casa, e de vergonha nas teclas
o Roma aguenta-se em Madrid, vou apoiar o Império contra o RAul
“E, já agora, o que digo é que fazer um blog é fazer.”
Sim. Até nisso, sim. Há quem faça e quem reivindique.
A Roma marcou agora. O FC Porto é que tá de noite aziaga. Já jogou para um golito. Mas aqueles gr fez a defesa do ano.
ups, o Real empatou.
acabou tudo bem …
Eu assino por baixo, Paulo. E, assim que tenha um minuto vai para o meu tasco.
jpt, eu, por exemplo, não sou uma camafeu.
tenho ecos disso, catarina (quanto ao não-camafeu).
já eu, v-v–v-v-vou co-co-coxeando
jpt, você não finge ter um blogue. Tem um. Não o vi pretender: vi-o saber — ou perguntar.
Catarina, obrigado
Boa tarde.
Foi pela “mão” de Catarina Campos (Cat, para os amigos) que aqui vim parar porque me deu para comentar e queria dizer que está dito e bem dito.
O debate certamente não vai trazer conclusões diferentes e pronto.
Termino como terminava as minhas (e dos outros) redacções nos bancos da Primária… eu gosto muito de blogar…
gosto do texto e reconheço-lhe relevância quanto às leituras de se parecer, e não ser. no entanto esse é um dos recursos mais poderosos da criatividade, a construção de heteronímias. é compreensível que alguém precise de se libertar das suas contingências, sobretudo as psicológicas e relacionais, para criar alguma coisa.
claro, quem procura relações afectivas na blogosfera está a confundir personas virtuais com pessoas e pode bem ir ao engano. não imputemos esta responsabilidade a quem escreve, que apenas exerce a sua liberdade de uso de uma tecnologia, mas a quem interpreta. isto é tudo lindo - e saudável, mesmo se sujeito a equívocos. fico com a última frase: E quem lhes pode levar a mal por isso?
Quem julga põe-se a jeito para ser julgado.
Um blog é somente um blog. Não me escandaliza que se vomite os ressabiamentos num blog só porque sim. Lá fora, na vida real, há quem passe fome para poder comprar o ultimo modelo da mercedez, que finja que está tudo bem quando tudo está mal. Não há grande diferença. Acho eu.
Depois há outra coisa que é o exercicio da escrita, usar a criatividade e imaginar que se é outro, muito melhor, muito mais interessante. Errado é quem lê e ache que é tudo verdade. Tanto na blogosfera como na vida real, desconfio sempre aquando de muito alarido.
“O disfarce, porém, é tão frágil quanto pequena a formação moral e intelectual.” Apre!
Suponho que o senhor seja o mais genuíno da blogosfera.
caro flores e abelhas, entre as minhas pretensões essa não figura.