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Escola de Comunicação Social alcança 1/2 finais do Google Marketing challenge

GLASGOW, UNITED KINGDOM - APRIL 12: (FILE PHOT...A Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), do Instituto Politécnico de Lisboa, alcançou as meias-finais da 1ª edição do Google Online Marketing Challenge, entre 1650 equipas, de 47 países diferentes, num total de 8.500 estudantes.
O Google online Marketing challenge foi um projecto que deu a possibilidade aos estudantes universitários de terem uma experiência directa com o Marketing on-line, como parte integrada dos seus cursos.
Os estudantes das equipas receberam o equivalente a 200 dólares para gastar em publicidade no Google AdwordsTM, e gerirem uma campanha de Marketing on-line para uma empresa local. Os alunos tiveram que delinear uma estratégia, executar uma campanha, avaliar os resultados e fornecer à empresa recomendações para continuar a desenvolver o seu negócio on-line.
No caso da equipa da ESCS, os quatro alunos finalistas de Publicidade e Marketing, escolheram uma empresa de agenciamento de artistas e modelos de moda – a “News faces.pt”. A campanha estratégica de Marketing on-line teve um grau de eficácia excelente que posicionou a equipa na penúltima etapa do jogo, entre as 150 melhores das 1650 mundiais que concorreram. LER CONTINUAÇÃO :.

“Derrota do PS em 2009″, expressão usada pela primeira vez

Português:A edição de amanhã do Expresso apresenta um dossier sobre “os trabalhos de Sócrates” e a expressão “derrota do PS em 2009″ é usada pela primeira vez de forma consistente, numa preocupação atribuída a “militantes do PS”.
O teaser de João Garcia diz o seguinte:

A pouco mais de um ano das eleições legislativas, o xadrez político português mudou. Manuela Ferreira Leite foi eleita presidente do PSD e levou a que, pela primeira vez, um Presidente da República fizesse questão de felicitar em público um líder partidário pela sua eleição; Mário Soares lançou avisos ao Governo e ao PS apelando ao regresso aos valores da esquerda socialista; Manuel Alegre juntou-se ao Bloco de Esquerda e a outras personalidades ‘gauchiste’ num comício contra o Governo.
As contas que saíram furadas a José Sócrates conduzem a que os resultados prometidos no início do exercício governativo não surjam. Talvez por isso, haja a convicção de que a renovação da maioria absoluta é cada vez mais uma miragem e exista medo crescente, entre os militantes pró-governo, de que em 2009 as eleições possam marcar a derrota do PS.
Pelo meio, José Sócrates teve que enfrentar a terceira moção de censura da legislatura, mais uma grande manifestação convocada pela CGTP e a greve – entretanto suspensa – dos pescadores por causa dos preços dos combustíveis.
A somar aos inúmeros problemas internos, há ainda alguns factores que Sócrates tem que gerir, mas que não é capaz de controlar, ao contrário do que está habituado: a crise do subprime, o aumento do preço do petróleo ou a crise dos cereais.
Como vão, José Sócrates e o PS, jogar as pedras decisivas durante o próximo ano, para chegar a 2009 com uma dinâmica de vitória? Que papel terá o Presidente da República? Estarão Manuel Alegre e o BE dispostos a apostar tudo numa frente de esquerda mesmo que isso implique sacrificar eleitoralmente o PS em 2009? Haverá ainda espaço para Alegre dentro do PS? São perguntas a que tentaremos responder na próxima edição do Expresso.

Não tenho a certeza que as contas tenham realmente saído furadas a José Sócrates. Ou melhor: quais contas.
Está ainda por confirmar se Manuela Ferreira Leite leva o PSD a constituir uma ameaça política a este governo. Não se vê muito bem como, mas a presidente do PSD tem direito ao seu estado de graça.
Quanto a Manuel Alegre: o comício não foi certamente combinado com o secretário geral do PS, se o fosse revelaria algum brilhantismo da parte deste, no que toca a estratégia. Produzido na semana em que Ferreira Leite tomou conta do barco, o comício atraiu o que sobrou dos holofotes que os MSM enviaram para a Suiça, para a cobertura do Europeu.
Isto é, reduziu o espaço mediático, que é finito, para Ferreira Leite.
Se eu fosse um estratega da esquerda, faria o que estivesse ao meu alcance para canalizar o eventual descontentamento popular para forças e símbolos do meu lado da bordada.
Em 2009 basta a Sócrates guinar o barco ligeiramente para a esquerda — e as massas estarão lá, incluindo as descontentes, devidamente federadas.
Na escala de prioridades políticas do PS, em primeiro lugar destacado deve figurar o item “evitar o crescimento do PSD a todo o custo”, em segundo lugar “reduzir ao máximo o impacto do crescimento do PSD” e só em terceiro lugar a gestão dos affaires gauchistes.
Agora que há contas que escapam completamente ao controlo do Primeiro Ministro, há. As contas da economia.
E como nem os economistas, a começar pelos presidentes dos bancos, controlam mais a economia, o exercício da governação fica ainda mais complicado. Navega-se à vista, não há outra hipótese.
Chegou a hora de pagar a factura do estrondoso falhanço político dos anos 80 e 90 no capítulo da energia.

Zemanta Pixie

Brasil: controvérsia nas eleições municipais, entrevista com Pedro Doria

O jornalista e blogger Pedro Doria explica numa entrevista que me concedeu porque foi censurado e o que está acontecendo no Brasil nesta altura — a campanha das eleições municipais só começa no dia 5 de Julho e a pré-campanha está agitada com as decisões dos tribunais que estão a regulamentar o acto.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro exigiu que Doria tirasse do seu blogue um pequeno banner em que ele pedia ao deputado Fernando Gabeira que se candidatasse — o que veio a acontecer. O TRE-RJ entende que o banner — que ligava o post onde Doria explica porque Gabeira se devia candidatar — é publicidade e esta só é autorizada a partir do dia 5 de Julho.
Em miúdos: segundo o tribunal, um banner é propaganda e uma frase não.
A peça é neste momento manchete da edição multimedia do Expresso e pode ser vista na homepage e directo aqui: Jornalista e blogger Pedro Doria explica porque foi censurado. Virá para os arquivos de C! no dia 5. Os links de apoio estão, também, disponíveis no fim da peça no Expresso.
Fica aqui a primeira das quatro partes em que dividi a video-entrevista, que foi realizada com o auxílio do Skype. Foi, também, a primeira vez que editei com o iMovie e as legendas não estão famosas, bem como o meu sotaque, LOL.
O caso ainda vai fazer correr muito bit. Tal como já fiz aqui com as directas do PSD, vou acompanhar as municipais brasileiras de perto.

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