Quão alta a Lua
Gravado ao vivo na Áustria tinha eu quatro anos, esta versão de How High The Moon tem o trompete de Louis Armstrong mas — caros leitores! (melhor dramatização à Hermano Saraiva) — notável notável notável é o contrabaixista Arvell Shaw, que leva o sexteto às costas com uma inspiração notável.
(Leitores de feed e newsletters, sigam este link)
Rock me baby, rock me all night
Ainda o tema da benesse da energia eléctrica para os blues, eis uma peça maravilhosa e perfeita. Se o leitor não começar a dançar, não é leitor do Certamente!, não é nada (pronto: aceita-se como válida a resposta “não danço mas comecei logo a bater o pé”).
Rock Me Baby-BB KIng/Eric Clapton/Buddy Guy/Jim Vaughn
(Leitores de feed e newsletters, sigam este link)
Jazz, blues, swing — o fabuloso mundo das 78 r.p.m. está por descobrir (e abrir)
É um fabuloso catálogo dos velhinhos discos de 78 r.p.m. e tem jazz, blues e swing ao meu gosto, razão desta primeira selecção (haja tempo, farei outras).
Esta em particular tem dedicatória. A primeira música da playlist é Evil Gal Blues, gravada pelo sexteto de Dinah Washington para a Keynote. A sua audição foi o surpreendente prazer de uma tarde de feriado a meio de Agosto, um feriado hors serie, e a minha Ana é o alvo deste gesto. Por várias razões, a grande maioria delas não partilháveis, mas um posso (devo) partilhar: o Modus vivendi é um bastião seguro de excelentes escolhas em várias artes. O cuidado que coloquei neste tocador de discos, que me deu algum trabalho “montar”, é inspirado no, e homenageia o, trabalho da Ana para a sua audiência tão especial: LER CONTINUAÇÃO :.

del.icio.us
DoMelhor






Siga o feed RSS
Receba a edição diária por e-mail