Que endereço de mail usar como remetente na edição do blogue por e-mail?
Esta semana percebi que não se deve usar o nosso mail pessoal como endereço de mail do remetente na edição do blogue por e-mail, um serviço para o qual usamos o FeedBurner.
A forma como o percebi é por si só esclarecedora do porquê.
Eu sou daquelas pessoas que prefere seguir os blogues por correio electrónico. Nunca consegui uma boa relação com os leitores de feeds. E assim como assim, o meu Thunderbird faz parte do meu dia a dia, é por onde tenho a maior dose de interacção. Outra vantagem sobre a leitura através da web é a comodidade: fico com tudo concentrado num único espaço, não tenho de andar a navegar de site em site.
Mas o correio electrónico tem tendência a avolumar-se e a deixar uma inbox perfeitamente caótica.
Como dar ordem a isto?
Simples: usando os filtros dos programas de correio electrónico. Permitem separar o correio para pastas mal este entra, usando um punhado de regras simples. O mais fácil e eficaz é filtrar pelo remetente. Foi a minha opção, pois que filtrar pelo título obriga a maior ginástica e está sujeito a mais falhas, os títulos variam com frequência e os remetentes tendem a ser sempre os mesmos.
Estava em plena tarefa de estabelecer os filtros quando tropecei no endereço de remetente de O Lago, o blogue de Alexandre Gamela. A edição via mail vem com o endereço pessoal dele, tal como a minha própria versão diária tem seguido com o meu endereço pessoal público.
Confrontei-me então com o dilema: se colocasse a regra, os mails pessoais dele — temos trocado alguns na sequência do guest post que publiquei dele sobre o Twitter — passariam a ir para a pasta dos blogues!
Desci um pouco mais na lista, buscando por outros exemplos, e lá estavam o João Bordalo, o Chris Garrett, o Darren Rowse, o Daniel Scocco e o Nathan Yau, entre outros.
Destes só me correspondo, ainda que irregularmente, com dois.
Na verdade, nesta altura eu podia ter optado por complicar a regra somando-lhe o campo Assunto. Mas entretanto já estava a reflectir sobre isto e tinha decidido mudar o remetente das minhas duas versões por e-mail.
Nenhum ganho em eficácia deve ser menosprezado numa actividade onde a pressão é cada vez maior. Não sendo vital, mudar o remetente do envio diário não custa nada excepto uns minutos dispendidos. Não há desvantagens, apenas vantagens em enviar os mails com endereços específicos, que identifiquem os blogues propriamente ditos, sem deixar de identificar os seus autores. Para estes, também facilita a tarefa de separar e identificar o correio recebido. Os endereços de correio electrónico são grátis. Na verdade, não precisa, sequer, de ser um endereço com mailbox real, basta ter um alias na sua conta normal e usá-lo.
Newsletters via FeedBurner: um detalhe que podemos corrigir
Dei-me hoje conta de que as newsletters diárias dos blogues, feitas a partir das contas no FeedBurner, têm em regra um detalhe que podemos e devemos corrigir.
É cada vez mais popular, também em Portugal, este formato de distribuição que leva o conteúdo de um blogue ao leitor através da comodidade do correio electrónico, dispensando a consulta pelo browser ou mesmo pelo leitor de feed. Eu, por exemplo, nunca me consegui habituar a estes e tenho vários serviços, alguns até instalados por mim, mas para acções concretas; os blogues e publicações que sigo profissionalmente e por gosto, recebo-os no mail. LER CONTINUAÇÃO :.
Esta sexta-feira: 5 maneiras de poupar tempo a seguir blogues
Esta semana a edição semanal de C! apresenta nova estreia: 5 maneiras de poupar tempo a seguir blogues.
Decidi escrever este especial ao reflectir nos ecos que me têm chegado de diversos blogueiros (vou adoptar o termo, está decidido): há um cansaço por aí e toda a gente se queixa de falta de tempo para blogar. Uma pesquisa trará centenas de links para artigos do género e não pretendo inovar (embora tenha um ou dois truques
). Mas — e tome isto como uma primeira dica — poupará tempo a ler um top 5 das melhores maneiras, não tendo por exemplo de fundir a cabeça ao ler, como me aconteceu, uma dica por um autor e a dica contrária no autor seguinte!
Este artigo da newsletter semanal será uma primeira aproximação ao mundo do GTD, Getting Things Done — um drama dos tempos modernos. Assine já — é gratuita e… poupa tempo!
Oito medidas que vão tornar o seu blogue mais rápido
Comece o leitor por perguntar a si mesmo: quantas vezes já desistiu de esperar que a página de um blogue carregasse e partiu para o seguinte?
Eu faço-o cada vez mais — o que é uma tristeza para os bloggers portugueses, que andam a deixar-se ficar para trás no caminho evolutivo da auto-edição. Decidi por isso compilar uma série de medidas simples destinadas a acelerar qualquer blogue, podendo em muitos casos reduzir o tempo de carregamento a um quinto e menos! Seleccionei-as com cuidado, de forma a que a maioria delas esteja ao alcance dos bloggers menos familiarizados com o código e os templates.
A lista de situações práticas que se segue não é nem exaustiva nem trabalhosa, como verá, e começa com as medidas de execução mais simples, ao alcance de qualquer autor com um blogue na mais fácil das plataformas, o Blogger. No final as duas mais complexas são para autores capazes de mexer nos templates do seu WordPress (ou equivalente). Eis o sumário:
- Use imagens mais leves!
- Indique no código HTML as dimensões da imagem
- Limite os widgets e botões ao essencial
- Diminua a quantidade de posts apresentada na primeira página
- Veja-se livre de código desnecessário
- Reduza a quantidade de pedidos HTTP
- Diminua o tamanho dos ficheiros CSS e JS
- Limpe o código redundante dos templates
A abundância de largura de banda, o preço reduzido do espaço em disco e do processamento criaram uma atmosfera de facilidade. Sobrou contudo uma razão bastante boa, racionalmente falando, para optimizar o peso de uma página e seus componentes: a velocidade a que o destinatário a recebe. E mesmo ao nível do servidor, cada milissegundo conta. LER CONTINUAÇÃO :.

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