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Twitter em Portugal

twitter.jpgEste é um guest post da autoria de Alexandre Gamela (*), inserido na Semana do Twitter, aqui no C!.O Twitter é considerado como o serviço online que mais irá crescer este ano, estimando-se que já seja utilizado por cerca de um milhão de utilizadores por todo o mundo. No entanto, a maioria dos portugueses — mesmo aqueles que navegam muito pela net ou usam o seu telemóvel para aceder à web — não o conhecem ou sabem para que é que serve.

O que é o Twitter?

Numa definição simples, o Twitter é uma ferramenta de microblogging; numa versão mais clara, o Twitter é um serviço de mensagens online, que fica entre o instant messaging ou as SMS, e o email. A sua característica mais marcante é o facto de apenas podermos usar 140 caracteres por mensagem. Posto isto, onde é que está a piada do Twitter? LER CONTINUAÇÃO :.

O papel do SEO no sucesso do Obvious (e o futuro do blogging)

Alguns leitores do recente texto sobre os equívocos em torno da optimização para motores de busca ficaram intrigados e queriam saber a que blogue se referia o exemplo. Era ao Obvious, o mais lido blogue português. Não o quis mencionar porque naturalmente o seu nome se teria sobreposto ao tema — e teríamos perdido um diálogo interessante com uma vintena de participações.
Como um dos comentários veio de um dos autores responsáveis pelo Obvious, o Benjamin Júnior, e porque era muito pertinente na medida em que nos dá a justa dimensão do papel do SEO no sucesso daquele magazine, desafiei-o a estender o assunto num guest post.

obvious0308-t.jpgO artigo do Paulo é extremamente pertinente numa altura em que a palavra SEO está vulgarizada e sobrevalorizada. As técnicas de optimização dos conteúdos têm o seu papel de relevo nos motores de busca, mas estão longe de possuir a extrema importância que muitos advogam.
É natural que no início, quando os blogues se popularizaram na Internet, houvesse uma certa anarquia na estruturação da informação e na forma como esta era apresentada ao leitor e, por arrasto, aos robôs indexadores dos grandes motores de busca. Como será natural compreender, se a informação não está perceptível não é bem indexada e, como tal, o conteúdo não fica tão evidenciado nos motores de busca. LER CONTINUAÇÃO :.

Deficiência, discriminação e soluções

Guest post da autoria de Rui Cruz (*)

ambliopes200.jpgA RTP, a televisão pública mais antiga em Portugal, passa a legendar o noticiário com um sistema de reconhecimento de voz em tempo real. Segundo o Sol, esta é uma iniciativa única a nível mundial, mas parece-me que o mundo do jornal Sol se resume a 92,345 km2, mais coisa menos coisa. É parte desta excelência informativa que me fez trocar o jornal pelo RSS feed de cerca de 70 blogs.
Outros exemplos de boas acções para promover a igualdade de informação passam pela Vodafone oferecer 50% de desconto de 50% em placas de banda larga adquiridas por deficientes visuais e pelo Grupo Auchan, onde também se enquadra o Pão de Açúcar, que oferece a entrega de compras para deficientes visuais — entre outras. E aqui estamos apenas a falar nos deficientes visuais. E é sobre isso que se vai continuar a falar. LER CONTINUAÇÃO :.

Como redireccionar o feed para o FeedBurner?

Como redireccionar o feed para o FeedBurner? — é um guest post de Daniel Marques

Tudo vai bem quando corre bem, até que o inesperado acontece. Desta vez a minha dor de cabeça envolveu o plugin recomendado pelo FeedBurner: o FeedSmith. O FeedSmith limita-se a detectar e redireccionar o feed do nosso blog, para o nosso endereço feed no FeedBurner.
Eis a mensagem de erro que surgiu:
Warning: ob_start() [ref.outcontrol]: output handler ‘ob_gzhandler’ cannot be used after ‘URL-Rewriter’ in /home/danielma/public_html/wp-includes/functions.php on line 408

O erro surgia no topo do blog e no próprio feed impedindo que os meus artigos chegassem aos assinantes.

A solução
A solução foi mais simples de encontrar do que o que eu julgava. Bastou desactivar o plugin e inserir umas linhas de código no ficheiro .htaccess:


RewriteEngine on
RewriteCond %{HTTP_USER_AGENT} !FeedBurner
RewriteRule ^feed/?([_0-9a-z-]+)?/?$ http://feeds.feedburner.com/NomeDoMeuFeed [R,L]

Este código deverá ser copiado para a zona antes da secção de código adicionada pelo Wordpress
e “NomeDoMeuFeed” deverá ser substituído pela designação do vosso feed no FeedBurner.

( Daniel Marques tem um blogue pessoal e é um dos mais recentes autores TubarãoEsquilo com o Controlo remoto — um blogue de marca sobre televisão digital. )

DSL e cabo: as diferenças, explicadas em palavras simples

Este guest-post é da autoria de Daniel Marques e nasceu enquanto comentário a um texto meu. Dada a facilidade com que o Daniel explicou um assunto que é um quebra-cabeças para o entendimento geral, achei que merece bem alguma edição e a promoção a post

cabos.jpgNão me surpreendem de maneira nenhuma as conclusões do estudo da Anacom.
Explicando o DSL:
A linha de cobre em si é tecnologicamente limitada, as perdas são enormes pelo que, por mais que se tente remediar a situação, jamais se atingirão as velocidades máximas. A menos que se viva ao lado ou dentro da central.
Não é menos verdade que a rede está mal estruturada, com demasiados enlaces que amplificam as perdas de sinal. A solução passa por substituir gradualmente as linhas de cobre por fibra óptica, só assim deixará de haver perdas. O cobre é como ter um cano esburacado enquanto tentamos que a água chegue na totalidade ao extremo oposto.

Explicando a rede cabo:
O acesso cabo obtém um maior sucesso no estudo da Anacom porque a sua infraestrutura não é limitadora relativamente à distância; além disso, os amplificadores de sinal são fortíssimos.
A desvantagem é que fisicamente a infraestrutura é partilhada — daí que o sucesso dependa da construção de rede de modo a que a partilha não seja excessiva entre clientes. Seguindo a analogia dos canos, o cano do cabo tem menor número de buracos, mas em contrapartida é partilhado por todos. Ao contrário, no DSL cada um de nós dispõe de um cano exclusivo, dedicado, até à central, mas é um cano esburacado pelo que quanto mais perto da central estamos, menos água perde — e vice-versa, aos mais afastados da central o caudal de água será menor.

Resumindo:
DSL tem melhores resultados com a proximidade da central, já no cabo os melhores resultados obtêm-se com um número reduzido de clientes por head-end.
Tudo isto melhora com investimento e este, a partir de agora, será em fibra óptica. E aí a velocidade deixará de ser um problema.
A questão das velocidades da Clix é que são óptimas para o eye-candy.

[ Daniel Marques tem um blogue pessoal e edita o Controlo Remoto, no qual explica os negócios e as técnicas do futuro do sector ainda conhecido por televisão — com ênfase actual no concurso TDT. ]