Twitter whore
O fenómeno do microblogging, Twitter, está vivo e recomenda-se: boa parte dos utilizadores que foram experimentar alternativas, empurrados pelos sucessivos downtimes, regressam. Nenhum dos outros consegue alcançar o patamar de utilidade/simplicidade do Twitter. Não espanta, portanto, o que aqui se vê:
(leitores de feed, newsletters, etc, este é o link)
O stress do Twitter
O Twitter tem feito os utilizadores desesperarem com os seus frequentes tempos em baixo. Desde o último grande apagão, na semana passada, passou a cortar algumas features que, segundo alguns adivinham, sobrecarregam a base de dados. Os palpites sobre o futuro do serviço pululam em elevado número e as “soluções” também.
Está tudo um bocado cansado deste botão de stress que o Twitter passou a exibir:

Pelo que não admira que surjam páginas como When Twitter is down:

O Twitter como mecanismo de crowdsourcing
Uma das aplicações a que mais recorro no Twitter é à sua capacidade de funcionar como mecanismo de crowdsourcing. Tem sobre o Q&A do LinkedIn (e outros sistemas específicos) uma grande vantagem, que é a vantagem da rapidez.
Hoje tive mais uma demonstração e não resisti em transformá-la num artigo, com a devida vénia e agradecimento aos intervenientes, agora em nome dos beneficiários, que são os leitores do Público de amanhã (lá iremos, lá iremos
).
Não se trata de construções teóricas: eu tinha um problema concreto por resolver e resolvi-o em menos de 15 minutos. Quando se fala de jornalismo participado e do contributo dos cidadãos, toda a gente pensa em blogues e tal; raramente se aborda este tipo de pequenos extras que podem marcar uma diferença qualitativa e, em todo o caso, representam uma aproximação dos leitores aos órgãos, através dos jornalistas enquanto agentes activos. E falar das vantagens do Twitter para o jornalista é muito menos interessante do que procurá-las e usá-las, devo dizer!
Também tenho recorrido ao Q&A, bem como aqui ao meu blogue. Mas em matérias onde procuro algo menos concreto e simples do que estava aqui em causa. Nisto, o Twitter é imbatível.
A questão: descrever o RSS numa legenda de um infográfico, logo num formato hiper-abreviado (três, quatro palavras). É um desafio maior do que parece.
Coloquei-a assim: LER CONTINUAÇÃO :.
7 dicas para procrastinadores
Descobri via Twitter um post recomendável para procrastinadores: como superar a procrastinação, 7 simples passos.
Duas notas marginais.
- O Twitter é, hoje, uma fonte importante de novidades. No caso, cheguei a este post porque o autor me adicionou esta manhã.
- A Herbalife terá, certamente, defeitos que me tornam insensível (e até ligeiramente reactivo pela negativa) à marca, mas está a usar o social networking com habilidade. Um caso de estudo para as marcas portuguesas de todas as dimensões — e uma recomendação especial à equipa da Meios & Publicidade.
Medindo influência, alcance, sociabilidade e ruído no Twitter (II)
No primeiro artigo apresentei os quatro índices que apliquei, para já, nas páginas estatísticas individuais dos tuíteres portugueses e twiteros espanhóis, respectivamente em TwitterPortugal e TwitterEspana.
São eles: Evan Prodromou’s Twitter scale, mvalente’s influence scale, Range potencial (or Dave Winner’s Spewage) e Noise ratio (Louis Gray approach).
Ora, e o que querem medir estes índices?
O que representam os seus resultados?
Quais as fórmulas para os alcançar?
Vou tentar responder. LER CONTINUAÇÃO :.
Medindo influência, alcance, sociabilidade e ruído no Twitter
Com o impacto da explosão dos social media a fazer-se ouvir com grande estrondo em todo o lado, multiplicam-se os exercícios para medir a influência, o alcance, a sociabilidade e o ruído da web social em geral, e do Twitter em particular.
Nos últimos dias contabilizei diversas aproximações. Desde o início do TwitterEspana.com e TwitterPortugal.com que tenho vontade de calcular a capacidade de influência e troquei algumas impressões com o Mário Valente sobre isto. Como o Mário tem muito mais experiência e conhecimentos que eu neste campo, ouvi mais do que falei.
Enquanto tentava aplicar a fórmula que ele sugeriu eexperimentávamos variantes para decidir qual a melhor e também apropriada, descobri outra metodologia — e apliquei-a: LER CONTINUAÇÃO :.
Tuít-o-quem?
Já estou a ouvir os nossos queridos políticos e seus adoráveis seguidores a perguntar: tuí-o-quem? Isso come-se? Quantos milhões de pessoas estão na audiência? Bah, em Portugal as pessoas nem sequer usam a Internet.
Twitter para la transparencia legislativa
La Cámara de Representantes de Estados Unidos y el Senado compiten desde hace tiempo por hacer transparente el proceso legislativo. Una de sus últimas apuestas es publicar en Twitter los registros de su actividad
Como conta Juan Varela no Periodistas 21


del.icio.us
DoMelhor

Mas certamente que sim! é uma publicação de Paulo Querido, jornalista freelancer que publica livros, artigos e também algum código sobre a net e na net. Desde 1989. (
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