E viva España
Uma vitória muito merecida numa prova que fica na memória como das de maior qualidade dos últimos 24 anos. E viva España!
Data: 29 Jun 08 22:20 Editor: Paulo Querido Arquivo: tecnologia
Acções
Guardar/partilhar:
del.icio.us
DoMelhor
EuCurti
Assinar publicação:
feed RSS
e-mail diário
newsletter semanal
Debate
6 opiniões no artigo “E viva España”
Deixe a sua opinião
Textos mais recentes
- Rosa Mota: outra a falar demais em 27 de Agosto de 2008
- 16,8 milhões para os próximos Jogos Olímpicos em 27 de Agosto de 2008
- Medalha de ouro para Laurentino Dias em 27 de Agosto de 2008
- Ubiquity: descoberta propagada pelo Twitter (ou a febre da novidade) em 27 de Agosto de 2008
- O Estádio Olímpico de Pequim em 360 graus em 27 de Agosto de 2008
- Para compreender as eleições americanas em 27 de Agosto de 2008
- Speedlink em 27 de Agosto de 2008
- Horríveis notícias em 26 de Agosto de 2008
- Péssimas notícias em 26 de Agosto de 2008
- Excelentes notícias em 26 de Agosto de 2008






Siga o feed RSS

Eu pessoalmente achei a prova fraca até ao tutano. A Espanha é uma justa vencedora.
João, demasiada expectativa, talvez?
Fraca era a equipa portuguesa, embora a maioria não quisesse ver, para começar.
A mim, o futebol praticado pela Holanda, Espanha, e Turquia encheu-me as medidas. Sobretudo a Holanda e a Alemanha.
Os espanhóis ganharam porque desta vez usaram a inteligência, coisa rara neles. A fúria espanhola tem combatividade, tem qualidade intrínseca, mas sempre jogavam com o coração e o umbigo. Aragonés soube rotinar a equipa e preparou-a para responder a qualquer desafio. Estudaram muito bem os alemães. Aliás, penso que as duas equipas fizeram muito bem o trabalho de casa (outra fragilidade da esquadra lusa, ao que se viu).
Dos jogos que vi inteiros e dos que fui espreitando, pareceu~me que a qualidade média esteve acima do “nosso” Euro e também dos anteriores.
“Eu pessoalmente achei a prova fraca até ao tutano”.
Discordo totalmente! Penso que esta competição foi bastante agradável para aqueles que gostam de futebol.
Houve selecções “gigantes” que deram grandes espectáculos, como os casos da Holanda, de Portugal e da Espanha, mas também houve desilusões, falo, obviamente, da França e da Itália.
Houve selecções pequeninas, como era a portuguesa há não muito tempo atrás que impressionaram. Falo principalmente da Rússia mas também da Croácia e da Turquia.
Houve grandes emoções, bons jogos, jogadores que desiludiram, jogadores que superaram as espectativas.
Penso que foi um rico Euro: houve um pouco de tudo e a esmagadora maioria dos jogos que vi valeu a pena.
“Fraca era a equipa portuguesa”.
Inexperiente e um pouco verde, sim! Fraca é que não…
“Aragonés soube rotinar a equipa e preparou-a para responder a qualquer desafio”
É verdade! A Espanha foi uma equipa. Aragonés conseguiu isso que, a meu ver é o mais importante nesta competição. Foi corajoso ao não convocar o Raúl. Inicialmente, muitos espanhóis o criticavam. Agora, nenhum espanhol se lembra disso, certamente o consideram um excelente seleccionador! Ser treinador é isso mesmo: são amados com muita facilidade e odiados logo no primeiro descuido.
A Alemanha arrastou-se até à final. Não fiquei convencido em nenhum dos jogos que fez. Sendo assim, esta derrota na final não me surpreendeu nada.
Infelizmente o futebol moderno vive dias de aprimorada exigência física e táctica que me faz ter saudades da década de 90. A selecção portuguesa primou pelo umbiguismo e pela falta de compreensão das suas limitações.
Quanto aos finalistas, a Alemanha só lá esteve porque o núcleo habitual (uefa e arbitragem) assim o ditaram. A espanha foi a melhor. A Holanda foi a minha tristeza — faltou o teste ao dopping a Arshavin.
A Itália pagou caro a dependência de Totti e Cannavaro.
Justa vitória da selecção mais completa num campeonato em que Russia e Turquia surpreenderam e os finalistas do campeonato do Mundo decepcionaram. Portugal, uma vez mais, demonstrou coisas boas e … más, um pouco ao jeito da nação: imaginação, beleza e falta de eficácia e de concentração.
Não gostei da estratégia de Scolari no jogo com a Suiça: a manutenção da equipa base teria dado o 3º. triunfo e um aumento da confiança… Não lembra ao diabo apresentar nesse jogo 3 médios defensivos: Fernando Meira, Miguel Veloso e Raúl Meireles…
Faltou o website na identificação do comentário anterior, o que se supre agora.