Secção media

O dia a dia dos Jogos Olímpicos de Pequim

Desafiei o Leonel Vicente, uns dias antes da abertura, para produzirmos uma cobertura diferente sobre o dia a dia dos Jogos Olímpicos de Pequim. O desafio consistia em resumir cada dia numa única palavra, num único nome e num único acontecimento.
Não consegui, do lado de cá, corporizar os mails que o Leonel me ia enviando diariamente. Mas o material está cá e trabalha-se. Ele publicou hoje no Memória Virtual o artigo Jogos Olímpicos de Pequim 2008 - Dia a Dia — um slideshow que corresponde visualmente a uma das ideias que trocámos.
Aqui reproduzo o slideshow do Leonel — um excelente trabalho.

Jo 2008 Dia A Dia

View SlideShare presentation or Upload your own.

Halo solar no Brasil, Sarah Palin no planeta EUA, Porto-Benfica em Portugal

Halo solar no Brasil, Sarah Palin no planeta EUA, Porto-Benfica em Portugal. Eis o mundo esta tarde, visto pelo prisma do meu Twitter.

O obituário de Steve Jobs levanta questões interessantes

Há instantes publiquei no Expresso multimedia uma peça sobre a “morte” de Steve Jobs. Para os que não sabem, a Bloomberg publicou ontem o obituário do CEO da Apple. Por engano. Acontece aos melhores. Mas suscita questões interessantes. Que levanto nesse artigo. Que é o primeiro publicado nos jornais portugueses acerca do assunto (segundo o Google News).
(Orgulhoso fico, porém, é de não ter usado os trocadilhos óbvios na circunstância.)

À atenção de Moita Flores, Sousa Tavares, Rodrigo e o senhor Martins de Sá que escreve em A Bola

Vou ser criticado por ainda perder tempo com eles, mas afinal sou jornalista, I spend my life dominating conversations… Fica o recado para Moita Flores, Sousa Tavares, Rodrigo Guedes de Carvalho e o senhor Martins de Sá, o negacionista de A Bola. Se algum dos gentis leitores de C! tiver forma de lhes fazer passar isto, faxavor. Os negritos são meus:
The debate over blogging’s usefulness to journalism tends to get stuck in a cul de sac, mainly because too few people - well, too few journalists - treat it seriously. At conferences I’ve attended recently, speakers have referred to blogging as little more than a sad ego trip. It is not regarded as having any real public service value.
I’ll scream if I hear yet again that the blogosphere is a form of anarchy, a cacophony of self-centred and mischievous voices who are either talking to each other or talking to no-one at all. I’m not denying that aspect, though I don’t see why people sitting at computer terminals day after day and downloading their thoughts should threaten civilisation as we know it.
What is also clear, most obviously in peer to peer blogging, is that people are engaged with each other as never before. Without any institutional or corporate coaxing, people are forming cyber communities in which they converse endlessly about their interests.
I say this as a preliminary to explaining why journalists, especially print veterans like me, are so suspicious of bloggers. We have spent our lives dominating conversations. No, that’s wrong of course. We did not converse at all. We lectured. We provided the information that people feasted on in order to hold their own conversations

Em Why journalists must learn the values of the blogging revolution. Num blog. Do Guardian. Por Roy Greenslade. Jornalista com 41 anos de carreira. Uma carreira que não é uma carreira qualquer. Roy está loooooooooooonge de ser o primeiro ou o único a afirmar isto e muito perto disto. Há centenas. É só ler. Nos blogs. Nos jornais online, reinventados.
Façam a vocês próprios o favor de deixarem de ser casmurros. E leiam. As pessoas certas. Onde elas estiverem. Mesmo que seja nos blogs.
Não é por mim. É por vós.

Ubiquity: descoberta propagada pelo Twitter (ou a febre da novidade)

Hoje estalou uma febre mundial no Twitter a que Portugal também não escapou. Já ontem se tinham sentido alguns sinais de que os sintomas iam piorar. Epidémica e cruel, atacou com força e a confusão instalou-se! Até se viu a bonita e algo saudosa “fail whale mai’los seus passarinhos“, a tal que de tanto aparecer já se tornou num objecto de culto a roçar o “hype“! Não sei se também deu a febre na baleia, mas desconfio que até poderá ter sido isso…

De manhã houve sinais de que muita gente tinha sonhado, ou até que não conseguiu dormir, com o agente provocador da dita febre:

Tiago Rodrigues trodrigues @f i’m trying to develop a command for ping.fm, but i’m running into some api issues

De manhã a coisa aparentava estar mais calma, mas notou-se que a tendência era piorar:

Pedro Machado Santa pedrosanta Sure Ubiquity got potential. So far I’m loving it. :)

Mas o que aconteceu depois do almoço, já com 10% dos utilizadores do Twitter a despertos dos seus serenos sonos, foi o descalabro!

Houve o agnosticismo habitual:

Celso Pinto cpinto ubiquity is a bit stupid, as is. “schedule meeting with jon stewart tomorrow at 14 NY time” doesn’t work

A resposta dos ateus:

Raul Pereira raul_pereira @cpinto Indeed, I tried: «Date with Cherlize Theron» and it didn’t work either! :(

E depois a febre instalou-se, mas em bom, e não vale a pena resistir. É que, meus amigos, o Ubiquity pode ser realmente o salto em frente para a Web e a machadada final no Internet Explorer, se a Microsoft não correr a tempo para o autocarro.

Dentro em pouco - com a ajuda da Santa Google -, podemos estar a navegar com comandos verbais com base neste conceito. Sei que já existem aplicações do género para pessoas de mobilidade reduzida ou com necessidades especiais na forma como se relacionam com as máquinas, mas isto é outra coisa que nasceu: é o mashup total da informação, a organização do caos que é a Web, a personalização dos comandos que usamos para fazer amor com a Web e finalmente atingir o seu ponto G. Quando as religiões acabarem, dentro de dois séculos, mais ou menos, o pessoal vai lembrar-se deste mês de Agosto: «Ao 7º dia, um grupo mundial de geeks e pessoal que bebe café às migalhas criou o Ubiquity e viu que isso era bom!». Posso até estar enganado, mas Cavaco nunca admitiu que estava e o país está hoje como está.

Deixo-vos com um twitt final bem expressivo:

Tiago wiifyPR @alexgamela isto é como uma nova net!! se me habituo depois já não consigo mexer nos outros PC’s!!!

Agora vou festejar porque este foi um dia maravilhoso para quem gosta de Internet.

(Guest-post de Raul P., do ainda em fase beta Libro primo)

O Estádio Olímpico de Pequim em 360 graus

É uma aplicação louquíssima. Uma fotografia em 360 graus do Estádio Olímpico de Pequim minutos antes da final de 100 metros. Com o rato, podemos andar à volta. 360 graus. Todo o estádio. Amazing. Lindo. Em www.karikuukka.com/peking2008/100m/.

Speedlink

Recomendações de leitura para hoje. ≈ Vida colectiva: Eventos relacionados com a Web em Portugal A oferta de encontros, simpósios e conferências relacionadas com a Web é impressionante este ano. Existem eventos para todos os gostos e bolsas, como poderão constatar.

Telegraph Media Group to appoint ‘content editors’ as it sheds casuals | Media | guardian.co.uk ff casuals will cease being used by September 5 and production area casuals will go from October 13.

Seth’s Blog: Monkeys with megaphones On a closed, non-anonymous site I get to use, I’m noticing that the quality of comments continues to increase. I don’t think people are dumb. I think ease of use combined with anonymity and vanity just makes them seem that way.

Home | Spot.us Community Funded Reporting “Spot Us” is a nonprofit that allows an individual or group to take control of news by sharing the cost (crowdfunding) to commission freelance journalists. Spot Us is made possible by the Knight Foundation. Read more.

Death Of Print: 5 ways the newspapers botched the Web The newspaper industry has a devastating history of letting the future of media slip from its grasp. Where to start? Perhaps 1995, when several newspaper chains put $9 million into a consortium called New Century Network. “The granddaddy of fuckups,” as one suitably crotchety industry veteran tells us, folded in 1998. Or you can go further back, to ’80s adventures in videotext. But each tale ends the same way: A promising start, shuttered amid fear, uncertainty, and doubt.

- Imbróglio Quaresma - | KØNTRÅSTËS.org De um momento para o outro Quaresma tornou-se uma venda urgente, uma pedra no sapato do orçamento portista. Vender o jogador passou a ser um imperativo. O Inter sabe-o e joga com isso. Quaresma e o FC Porto têm a perder com isso. Por um lado há uma desvalorização do valor do atleta, por outro a equipa recente-se da falta do seu artista que não sai nem contribui para o colectivo. Desta feita a SAD portista está a gerir muita mal a situação.

← Previous PageNext Page →